quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Praticando jornalismo de guerra no Brasil

No praticar um jornalismo de guerra, ‘guerra sem trincheiras’ a Rede  Globo consciente do seu poder manipula tório, faz e acontece com os coitados e incautos cidadãos. Assim vem sendo ao longo da sua existência como braço forte do Time Life, no Brasil implantado diante de sua potencialidade e poder para ‘manipular’ o continente como um todo e assim, no corresponder aos anseios do Tio San, a mesma vem ao longo de sua história atendendo os mandos e desmandos em conformidade com os interesses dos americanos ‘do norte’, em territórios não tão somente brasileiros.

Na função atuando partidariamente, o dito veículo ganhou hegemonia local e continental. Assim sendo e no praticar jornalismo de guerra, aonde entra politicamente falando; perseguições, corporativismo comercial e de favores, o veículo tem provocado estragos muitas das vezes irreparáveis a nação como um todo como e também as pessoas. Bastando tão somente lembrar das arquitetadas ações conjuntas envolvendo influentes políticos, ministérios e até mesmo elementos da suprema corte partidariamente atuante.

Entende-se e se assim continuar, diante de tantas fragilidades expostas através das feridas dentro da estrutura nacional, o país fatalmente cairá numa prolongada recessão, como e também seguido de violenta depressão institucional-administrativa e desta forma, sobrando para a sua população principalmente a mais dependente dos poderes públicos.   

Finalmente e se comparado o jornalismo sutilmente praticado pelo sistema Globo no país, equivalerá aos mesmos resultados ocorridos na Síria do todo poderoso Bachar Al-Assad, cuja guerra civil prolongada por mais de 5 anos, além de destruir estruturas e cidades, no computo geral, levara ao sacrifício extremo a sua população e com resultados catastróficos em se tratando de numero de vítimas. Ao passo que enquanto os jornalistas locais e internacionais atuam nos frontes, os de cá se refugiam nas trincheiras de estúdios, Senado, Câmara, sem contar com as duvidosas intervenções da suprema corte sob o comando do todo poderoso comandante Moro.  Por > MM Souza.          

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