No
praticar um jornalismo de guerra, ‘guerra sem trincheiras’ a Rede Globo consciente do seu poder manipula tório,
faz e acontece com os coitados e incautos cidadãos. Assim vem sendo ao longo da
sua existência como braço forte do Time Life, no Brasil implantado diante de
sua potencialidade e poder para ‘manipular’ o continente como um todo e assim,
no corresponder aos anseios do Tio San, a mesma vem ao longo de sua história
atendendo os mandos e desmandos em conformidade com os interesses dos
americanos ‘do norte’, em territórios não tão somente brasileiros.
Na
função atuando partidariamente, o dito veículo ganhou hegemonia local e continental.
Assim sendo e no praticar jornalismo de guerra, aonde entra politicamente
falando; perseguições, corporativismo comercial e de favores, o veículo tem
provocado estragos muitas das vezes irreparáveis a nação como um todo como e também as pessoas.
Bastando tão somente lembrar das arquitetadas ações conjuntas envolvendo
influentes políticos, ministérios e até mesmo elementos da suprema corte partidariamente atuante.
Entende-se
e se assim continuar, diante de tantas fragilidades expostas através das feridas
dentro da estrutura nacional, o país fatalmente cairá numa prolongada recessão, como e também seguido de violenta depressão institucional-administrativa e desta forma,
sobrando para a sua população principalmente a mais dependente dos poderes públicos.
Finalmente
e se comparado o jornalismo sutilmente praticado pelo sistema Globo no país, equivalerá
aos mesmos resultados ocorridos na Síria do todo poderoso Bachar Al-Assad, cuja guerra civil prolongada por mais de 5 anos, além de destruir
estruturas e cidades, no computo geral, levara ao sacrifício extremo a sua população e com resultados catastróficos em se tratando de numero de vítimas. Ao passo que enquanto os jornalistas locais e internacionais atuam nos frontes, os de cá se refugiam nas trincheiras de estúdios, Senado, Câmara, sem contar com as duvidosas intervenções da suprema corte sob o comando do todo poderoso comandante Moro. Por > MM Souza.

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