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| Juiz Sergio Moro |
Diante da crise institucional pela qual passa o pais causado por apátridas, os quais se dizem cidadãos brasileiros, na verdade vem o pais passando dentre inúmeros problemas, por uma crise
de desconfiança generalizada, além de sem precedente em sua história. Observemos a
seguir, algumas das suas prováveis causas:
Fora dos porões da política nacional, ocasiões que as instituições palacianas navegam em mares de lama, ainda e por outro lado diante dos evidentes fatos, haver comprometimentos parcimoniosos de elementos da corte suprema do país, cujos elementos até o momento, encontram-se blindados pelo sistema corpóreo e assim sendo, nada vindo a luz do dia no que e pelo andar da carruagem, ainda por levantar nomes em suas respectivas cangas.
E prova disso é que e segundo a matéria publicada pela equipe de; www.brasil247.com,
O juiz Sérgio Moro fora alvo de protestos durante palestra realizada
na última sexta (9) em Heidelberg, na Alemanha; no que, oportunamente um grupo de cerca
de 30 juristas e acadêmicos brasileiros enviou uma carta à Universidade de
Heidelberg argumentando que Moro não tem credibilidade para discursar sobre
combate à corrupção no Brasil, por ser "parcial" em favor do PSDB e
PMDB; na plateia, brasileiros levantaram cartazes com dizeres "Moro na
cadeia" e "parcialidade fere a democracia"; perguntado por que
divulgou os áudios de escutas telefônicas de Dilma, Moro afirmou que as pessoas
têm o direito de saber o que seus governantes fazem; sobre a criticada foto em
que aparece rindo ao lado de Aécio Neves (PSDB), Moro disse que foi "uma
foto infeliz, mas não há nenhum caso envolvendo ele"; Aécio é um dos
políticos mais citados nas recentes delações da Odebrecht e da Andrade
Gutierrez.
Notícias como essa impregnam diuturnamente as redes sociais e como se a fétida lama que inunda as cercanias de Brasília, não fossem suficientes.
Assim sendo, continua o cidadão brasileiro comum,
pagando altos preços diante da bagunça pela qual passa politica e administrativamente, o país. Por > MM Souza.

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