É
desta forma que enfatizamos o pronunciamento do comandante geral do exército
brasileiro, nas suas palavras dirigidas a tropa sob o seu comando nesse final de ano. Obviamente
que o mesmo não falou em nome das forcas armadas como um todo e sim no focar aos seus comandados a delicadeza
pela qual passa as instituições democráticas do país, as quais
encontram-se achincalhadas por uma meias dúzias de chacais, meias dúzias de ‘
Lawrence das Arábias’, no chegarem atropelando a tudo e a todos.
Observem o recado dado a aqueles que teimam em convidar as forcas armadas para uma vez mais fracassarem politicamente nas suas como no passado, suas sucessivas gestões. Entendemos que já passou da ora para e em nome da democracia, da moral e dever cívico, as forcas armadas intervirem. E que venham, venham sob a bandeira de por ordem na casa afastando do poder no atirar na masmorra os ' brasileiros paraguaios', declaradamente ante patriotas, apátridas e quica chacais malversadores da coisa pública que, venham os militares e apenas para por ordem na casa, no seguirem adiante acima de tudo no servir a nação acima de tudo e unicamente por amor a pátria.
Que
venham, organizem a casa e assim sendo, o pais seguir adiante no legado dos transparentes políticos para comanda-lo administrativamente o seu destino enquanto nação,
aceitando e protegendo sob todos os foros, os direitos constitucionais dos seus cidadãos, assim como os constitucionalmente
eleitos.
Observem a seguir o que diz o comandante geral do exercito, general Eduardo Villas Boas:
Observem a seguir o que diz o comandante geral do exercito, general Eduardo Villas Boas:
Nas palavras proferidas dirigidas a tropa nesse final de ano, disse o comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas que possivelmente 2017 seja um ano
de agravamento da crise política e econômica no Brasil; "Vislumbro para o
ano que se aproxima o agravamento das dificuldades que assolam o país, com
reflexo negativo no nosso orçamento e nos nossos salários", afirmou;
apesar do diagnóstico sombrio, o general exaltou o respeito à hierarquia e
declarou que a situação não abala a confiança que tem de que a corporação não
se afastará "nem um milímetro" da "trajetória retilínea" do
Exército, "respaldando e respeitando a Constituição brasileira". Por
> MM Souza.


Nenhum comentário:
Postar um comentário