sábado, 24 de dezembro de 2016

Por ordenamento na casa

 Se for para por ordem na casa e depois bater em retirada, que sejam bem vindos todas as forcas que deseja ver um Brasil grandioso, progressista, ordeiro e hospitaleiro.
É desta forma que enfatizamos o pronunciamento do comandante geral do exército brasileiro, nas suas palavras dirigidas a tropa sob o seu comando nesse final de ano. Obviamente que o mesmo não falou em nome das forcas armadas como um todo e sim no focar aos seus comandados a delicadeza  pela qual passa as instituições democráticas do país, as quais encontram-se achincalhadas por uma meias dúzias de chacais, meias dúzias de ‘ Lawrence das Arábias’, no chegarem atropelando a tudo e a todos.

Observem o recado dado a aqueles que teimam em convidar as forcas armadas para uma vez mais fracassarem politicamente nas suas como no passado, suas sucessivas gestões. Entendemos que já passou da ora para e em nome da democracia, da moral e dever cívico, as forcas armadas intervirem. E que venham, venham sob a bandeira de por ordem na casa afastando do poder no atirar na masmorra os ' brasileiros paraguaios', declaradamente ante patriotas, apátridas e quica chacais malversadores da coisa pública que, venham os militares e apenas para por ordem na casa, no seguirem adiante acima de tudo no servir a nação acima de tudo e unicamente por amor a pátria.
Que venham, organizem a casa e assim sendo, o pais seguir adiante no legado dos transparentes políticos para comanda-lo administrativamente o seu destino enquanto nação, aceitando e protegendo sob todos os foros, os direitos constitucionais dos seus cidadãos, assim como os constitucionalmente eleitos. 
Observem a seguir o que diz o comandante geral do exercito, general Eduardo Villas Boas: 
Nas palavras proferidas dirigidas a tropa nesse final de ano, disse o comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas que possivelmente 2017 seja um ano de agravamento da crise política e econômica no Brasil; "Vislumbro para o ano que se aproxima o agravamento das dificuldades que assolam o país, com reflexo negativo no nosso orçamento e nos nossos salários", afirmou; apesar do diagnóstico sombrio, o general exaltou o respeito à hierarquia e declarou que a situação não abala a confiança que tem de que a corporação não se afastará "nem um milímetro" da "trajetória retilínea" do Exército, "respaldando e respeitando a Constituição brasileira". Por > MM Souza.

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