Nós queremos é
defender as nossas corporações, os nossos bons bocados...
Desta forma é que o país está sendo visto por parte de sua população 'não vagabunda' e por
parte de países dos mais diversos continentes, infelizmente. Governado por uma 'ruma', digo; tropa de apátridas, que se dizem cidadãos, na verdade não passam de usurpadores, atuantes na condição de na condição mercenários, piratas ou Ali Babas, 'como queiram ser entendido', os quais no se aproveitarem
de uma constituição feita apresadamente nas coxas após uma malsucedida quartelada que perdurara por quase 3 décadas, no que e após a sua ‘traumática’ saída, deu margem para que fosse 'partidariamente uma retalhada' constituição, digo; ‘arrumada’, sem o aval ou reconhecimento
pleno do seu povo e assim dando margem para que surgissem das sombras das catacumbas e porões, as midiáticas corporações politicas, no se aproveitarem para conjuntamente, se locupletarem reunindo a sua volta os seus páreas.
Assim
sendo e após sutilmente, derrubarem uma presidenta respaldada pelo voto, coloca esses, o país
através dessas constituídas amarras, sob as vistas de alguns ‘tontos’ magistrados, os quais conjuntamente colocam o país a margem da história e consequentemente, levando consigo a
parte saudável da sua população.
Tanto
é que que reproduziremos a seguir, 'lembrando aos fracos de memória', trechos de alguns artigos veiculados nesta data em páginas ‘não comprometidas’, lembrando que, não tem como enxergar
o país distante do mar de lama que se encontra a navega e como se num fétido tsunami estivesse sendo conduzido.
-
Para o ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa, que comandou julgamento
do mensalão, o impeachment de Dilma Rousseff foi "uma encenação"
comandada por políticos corruptos que queriam apenas se proteger.
- ‘A
grande trombada’ entre os poderes, com potencial para uma ruptura
institucional, deu mais um passo. O Congresso fez da pior forma o que poderia
até ser bem compreendido pela população se feito de outro modo, com debate e
transparência.
- O juiz federal Sergio Moro, responsável
pela Lava Jato em primeira instância, irá pessoalmente apresentar ao Senado uma
proposta para que o projeto de lei sobre abuso de autoridade tenha um artigo
que impeça a punição de juízes, promotores e policiais por atos ligados a
interpretação de leis e avaliação de fatos e provas; segundo o magistrado, a
inclusão desse mecanismo poderá diminuir o risco "de que a nova lei
de abuso de autoridade tenha o efeito prático de tolher a independência da
magistratura”.
Obviamente que se formos aqui nomearmos os
atropelos e destemperos, existentes entres os que deveriam se encontrar
buscando alternativas para o engrandecimento da nação, se encontram teimando em
não falarem as mesmas línguas e unicamente em detrimento dos seus interesses pessoais ou corpóreos.
Obviamente que esses, o considera como um paizinho o qual se encontra cada vez mais afundando em se tratando conceituação perante o mundo, visto e sendo entendido como uma republiquetazinha conduzido por umas meias dúzias de BANANAS.
É como dizia o comediante Chico Anísio no reproduzir o personagem deputado Justos Veríssimo, 'Eu quero que o país e seu povo se explodam, eu quero é mim dar bem'.
Por aqui vamos ficando por hoje em se tratando do assunto. Por> MM Souza.
Por aqui vamos ficando por hoje em se tratando do assunto. Por> MM Souza.

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