sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Política & Evangelho


Na contramão do exercitar de sua cidadania certos segmentos e cidadãos evangélicos caminham em geral ou, melhor dizendo, os “cristãos” como gostam de serem tratados, deveriam ser um pouco mais cautelosos e até mesmo discretos no se exporem publicamente na defesa de coligações partidárias, no que assim procedendo infelizmente quer seja por sua própria iniciativa ou levados, que seja por “pastores” e até mesmo candidatos eleitos por corporações muitas das vezes até mesmo comprometidas politicamente com bancadas reconhecidas como espúria denominadas como evangélicas.
Verdade é que no misturarem as coisas e no segurarem as duas bandeiras, acabam por se perderem nos caminhares da vida. Aliás, por se tratar de uma atividade publicamente execrada, geralmente e por falta de decoro na minha opinião, o verdadeiro cidadão-evangélico, deveria simplesmente exercer os seus papéis individuais enquanto eleitores e unicamente isso. Mesmo porque os que se voltam para defender muitas das vezes se posicionando radicalmente nas suas posturas em se tratando da vida pública de A ou B, geralmente sem critérios técnicos ou embasamentos relacionados apenas se expõem esses no atendimento a duvidosas solicitações doutrinariamente manipuladas e nem sempre ajustados com os ensinamentos do evangelho.
Deveriam esses, nos seus deveres enquanto cristãos-cidadãos, se distanciar dos espúrios, no emitirem deturpadas ou inconformadas opiniões, os quais no se posicionarem na defesa sob orientação, daqueles que se dizem ser sem na verdade nada serem, exceto oportunistas em eternos plantões como qualquer outro execrado cidadão.

Certo é que no assumirem tais posicionamentos além de se exporem, publicamente, expõem também, as suas bandeiras e respectivas imagens enquanto cristão. Por> MM Souza.


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