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| Situação dos rios que abastece a região Extremo Sul (BA). |
Diante
de tantos destemperos climáticos no mundo, acontecem desde o dia 30 os debates envolvendo
quase todas as nações do mundo e principalmente as mais importantes e no
sentido de se encontrar saídas climáticas equilibradas e como se trata de um
assunto evidenciado nas manchetes do considerados grandes periódicos
noticiosos, oportunamente aproveito a ocasião para falar de algumas ações
promovidas pelo homem aqui na nossa região as quais também provocam
desequilíbrios ambientais como nos quatro cantos do universo, que por sua vez,
também promove condicionamentos os quais e numa somatória, também contribuem
para o superaquecimento global no prejudicar a camada de ozônio, “controladora
do equilíbrio climático do planeta terra” o qual e infelizmente se encontra
bastante danificado.
Assim
sendo dentre as muitas perniciosas ações promovidas pelo homem, aqui na região não
é diferente, envolvendo desmatamentos do que ainda restou da Mata Atlântica, por
sua vez consequentemente vem trazendo de roldão nascentes, rios e lagoas, cujos cidadãos e nas suas ganâncias, promovem irregulares loteamentos de terras nas periferias das cidades, os quais e por sua vez no “atropelar”
tudo e todas as formas de vida ambientalmente falando, eliminam no alimentar dos
seus desejos, nascentes e seus corredores de água.
Chamamos
oportunamente a atenção com relação aos poucos rios que ainda abastece a água
apropriada para o consumo humano e de animais, além da preservação de espécimes
e micros organismos de sustentabilidade do planeta e assim sendo, diante da situação
em que se encontram cabeceiras e corredores como o outrora caudaloso Paraguaçu,
rios dos Frades e do Peixe, fontes abastecedoras das cidades ribeirinhas
existentes no norte do estado de Minas Gerais e adentrando as cidades do Estado
da Bahia, no seguir na direção do mar. Atualmente encontram-se nos limites da
vulnerabilidade total na condição de fontes abastecedoras dos municípios que
giram no seu entorno.

Assim
sendo e de posse de acordo com as ilustrativas fotografias, observa-se que não
demorará muito para secarem totalmente. E aí perguntamos; existe algum plano de
ação das gestões públicas emergenciais? No buscarem “outras não existentes
fontes por aqui?”. Donde se conclui que, estamos mais ou menos no “olho da
cobra” ou a caminho mesmo de um grande desastre no passar (não demorando
muito), por situações de extremas dificuldades em se tratando do assunto ÁGUA. Fotos cedidas por nossacara.com/. Construção:
> MM Souza.
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