quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Água > água e água

Situação dos rios que abastece a região Extremo Sul (BA).
 Diante de tantos destemperos climáticos no mundo, acontecem desde o dia 30 os debates envolvendo quase todas as nações do mundo e principalmente as mais importantes e no sentido de se encontrar saídas climáticas equilibradas e como se trata de um assunto evidenciado nas manchetes do considerados grandes periódicos noticiosos, oportunamente aproveito a ocasião para falar de algumas ações promovidas pelo homem aqui na nossa região as quais também provocam desequilíbrios ambientais como nos quatro cantos do universo, que por sua vez, também promove condicionamentos os quais e numa somatória, também contribuem para o superaquecimento global no prejudicar a camada de ozônio, “controladora do equilíbrio climático do planeta terra” o qual e infelizmente se encontra bastante danificado.

Assim sendo dentre as muitas perniciosas ações promovidas pelo homem, aqui na região não é diferente, envolvendo desmatamentos do que ainda restou da Mata Atlântica, por sua vez consequentemente vem trazendo de roldão nascentes, rios e lagoas, cujos cidadãos e nas suas ganâncias, promovem irregulares loteamentos de terras nas periferias das cidades, os quais e por sua vez no “atropelar” tudo e todas as formas de vida ambientalmente falando, eliminam no alimentar dos seus desejos, nascentes e seus corredores de água.
Chamamos oportunamente a atenção com relação aos poucos rios que ainda abastece a água apropriada para o consumo humano e de animais, além da preservação de espécimes e micros organismos de sustentabilidade do planeta e assim sendo, diante da situação em que se encontram cabeceiras e corredores como o outrora caudaloso Paraguaçu, rios dos Frades e do Peixe, fontes abastecedoras das cidades ribeirinhas existentes no norte do estado de Minas Gerais e adentrando as cidades do Estado da Bahia, no seguir na direção do mar. Atualmente encontram-se nos limites da vulnerabilidade total na condição de fontes abastecedoras dos municípios que giram no seu entorno.

Assim sendo e de posse de acordo com as ilustrativas fotografias, observa-se que não demorará muito para secarem totalmente. E aí perguntamos; existe algum plano de ação das gestões públicas emergenciais? No buscarem “outras não existentes fontes por aqui?”. Donde se conclui que, estamos mais ou menos no “olho da cobra” ou a caminho mesmo de um grande desastre no passar (não demorando muito), por situações de extremas dificuldades em se tratando do assunto ÁGUA. Fotos cedidas por nossacara.com/. Construção:> MM Souza.

       

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