terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Largada para salvar o planeta

Presidente Obama (EUA) dá o seu recado
Nas colocações dos que se encontra em Paris participando da Cop21, conferência mundial sobre as questões ambientais do universo, a luta para o convencimento das autoridades mundiais na qual se encontram representantes entre presidentes, reis, rainhas, técnicos e cientistas, precisa-se dar um basta em tudo que diz respeito às depredações de cunho ambiental, “chegamos ao limite”.
Se da conferência não sair efetivamente uma pauta de ações “e que seja seguida de fato daqui para frente” nos restará somente pouco tempo para as vidas aqui no planeta terra. As nações com os seus consumismos industrializados, terão que dar um basta principalmente as maiores poluidoras encontrando-se no ranking, Estados Unidos da América e a china. 
 O mundo já não suporta mais a quantidade de lixo acumulado e dentre os quais resíduos tóxicos, os quais muito contribuem dentre outras ações do homem, para a ruptura por completo da camada de ozônio.
Mais vamos a alguns assuntos relacionados e descritos por quem na mesma se encontra:
> A luta contra as mudanças climáticas reúne desde a última segunda-feira 30, em Paris, quase 150 líderes mundiais na abertura da Conferência do Clima das Nações Unidas - (COP21). A qual vai tentar obter um acordo vinculativo para reduzir as emissões de gases causadores do efeito de estufa e tentar evitar que a temperatura média do planeta suba mais de 2ºC até o final do século.
Em meio a fortes medidas de segurança, elevadas depois dos atentados de 13 de novembro, a cúpula tem confirmadas as presenças de muitos chefes de Estado e de governo, incluindo os presidentes Barack Obama, Vladimir Putin, Xi Jinping e Dilma Rousseff, a chanceler federal Angela Merkel e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, além da presidenta Dilma Rousseff do Brasil.
O temor de atentados terroristas levou o governo francês a cancelar as marchas de ambientalistas, tanto a que estava marcada para este domingo, véspera da abertura oficial, como a do dia 12 de dezembro, dia seguinte ao encerramento da conferência.
Os organizadores desmarcaram a marcha de abertura, mas pediram a quem pretendia participar que enviasse um par de sapatos em substituição. De forma simbólica, os calçados foram expostos na praça La République. Entre eles estava um par enviado pelo papa Francisco.
Simbolo do encontro

Não deixar para a última hora....
No início das negociações, o ministro do Exterior da França, Laurent Fabius, colocou as expectativas num nível elevado, afirmando que progressos precisam ser feitos todos os dias, em vez de se deixar tudo para a última noite. A declaração era uma alusão a conferências anteriores, que no último dia iam madrugada adentro na esperança de um acordo.
Com dezenas de encontros preparatórios e muito apoio político, os anfitriões estão fazendo as suas respectivas partes no sentido de que a conferência seja um sucesso. Os negociadores dos 195 países participaram da primeira reunião plenária na noite de domingo, enquanto os 3 mil jornalistas preparavam suas câmeras e computadores. Os anfitriões deram um ar de consciência ambiental até no detalhes, como os arranjos de flores em vasilhames de juta e copos de água reutilizáveis.
O papa Francisco por sua vez pediu “em mensagem” para que toda a humanidade haja rapidamente para salvar o planeta, vítima de seus excessos, cuja mensagem fora tirada de uma encíclica muito falada além de divulgada.
Francisco indica claramente a mão do homem como o principal culpado pelo aquecimento global, de acordo com várias fontes que tiveram acesso a esta encíclica, uma mensagem expressando a posição do Papa sobre um tema atual e destinada a todos os cidadãos do mundo.
"Esta encíclica terá um grande impacto no seu final”. Francisco está diretamente envolvido como nenhum papa anterior a ele. Por> MM Souza. Jornalista, radialista e escritor com duas obras relacionadas ao tema.  



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