quarta-feira, 14 de outubro de 2015

O Brasil que não desejamos

Exacerbada intolerância
A falta de entendimento, diálogo e diplomacia os quais no passado deram origem a sangrentas batalhas além de prolongados conflitos, somente relembrando que no mundo contemporâneo, servindo como refresco aos desmemoriados, principalmente aos que culturalmente nada acompanha e muito menos não estando nem aí para nadíca de nada não observando s situação pelo que passa o nosso país fomentado por irresponsáveis “cidadãos”, se observado os momentos delicados que estamos vivenciando na base de sua estrutura, oportunidade que pessoas no usarem até mesmo irresponsavelmente as redes sociais fomentam o ódio, sem sequer tomarem ciência das M... que estão fazendo e desta forma, fomentando o ódio entre facções partidárias. Que atentem que o país, não está imune a qualquer que seja a situação, obviamente se não pensado racionalmente.

Que e no chegar a ponto de efetivo desequilíbrio, todos perderão, mormente, os que irracionalmente promovem batalhas no campo da internet, sem sequer possuir noção do que representa “um dedo no gatilho”. No que e na falta de consenso, pode sim criar possibilidades se ânimos não forem e a tempo apaziguado. Que entendam esses que, o Brasil como qualquer outra nação do mundo não se encontra imune. Pelo ao menos a história assim nos conta e para todos e somente não enxergando aqueles que possuem olhos e não querem ver.

Que as nossas colocações sirvam de exemplo no oportunamente lembrarmos a esses destemperados, principalmente aos que se acham donos da situação, donos do país, do mundo e das suas verdades, que estes pensem nas M.. que estão fazendo e para refrescar ainda mais as suas respectivas memórias que atentem que  a intolerância chega aos extremos, em qualquer situação ou qualquer país.

Oportunamente também lembramos que as intolerâncias levaram e até no mundo contemporâneo, flagelo coletivo e social a muitas nações, começando aqui mesmo no continente, ocasião que vizinhos países enfrentam desgastantes batalhas há décadas e sem que chegue a um consenso no sentarem nas mesas das negociações quando oportunamente surgem, nomeamos como exemplo o caso da ASFAC cuja intolerância levou o país e ha décadas envolver-se praticamente num guerra encabeçada por forças oficiais e não oficiais.
Oportunamente nomeamos outros conflitos os quais parece nunca terminarem como o do Afeganistão, palestina, Iraque e por último à Síria, cuja guerra civil, está provocando muitas dores, envolvendo forças oficiais e grupos rebelados e a sua população pagando altos preços.

No que não é isso que desejamos para nação alguma e muito menos para a nossa. Portanto, àqueles que estocam munições através das suas línguas, suas cabeças, que atentem no relacionado ao que estão fazendo, naturalmente aonde existe combustível, o fosforo deve ficar distante. Por> MM Souza.

     

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