sábado, 17 de outubro de 2015

Fogaréu em Brasilia

Uma colocação no mínimo inusitada, assim diria ao iniciar o conteúdo decorrente, “ou discorrente”. Como queiram.
Verdade ou mentira o certo é que diante de tanta sujeira as quais dariam montanhas de lixos capazes de alimentar uma fogueira que consumiria, lamentavelmente um patrimônio nacional modelado para ser o coração da nação brasileira, no que e infelizmente no mundo contemporâneo diante de tantas decepções provocadas pelas que detém o poder de desenvolver a estrutura politico-administrativa do país e desta forma deixando o cidadão comum “atônito”, torpedeado e vilipendiado no busca de informação até mesmo através dos seus neurônios no que e lamentavelmente não encontra explicação para tamanhas descomposturas emanadas a partir de onde na e verdade deveria ser adorada como um santuário de transparências.

Obviamente que tiçãozeiros com certeza não faltaria, se considerado do ponto de vista de fora para dentro e dentre os que chegariam à frente de qualquer outro, seriam os veículos de comunicação os quais se postam a riste, 24 horas nos seus plantões midiáticos. Que a verdade seja dita, o combustível maior no alimentar a “lixai ainda”, seria juntar todas as siglas partidárias até aqui existentes, as quais juntamente com os seus alimentadores, que também arderiam, assim e desta forma serviria incondicionalmente para promover limpeza ética e moral do país. Assim se reconheceria como um novo modelo de nação, que e daí para frente determinaria os destinos limpos, transparentes e purificados do mesmo.

Assim sendo, com certeza a parte podre da sociedade que por sua vez alimentadora com as suas ações mesmo no correspondente ao exercitar das suas cidadanias, provocam verdadeira aberrações no correspondente ao que até então existe de errado sobre os pilares do planalto. Obviamente que também fazendo por merecer ser sacrificado nessa “fantasiosa vontade”, porém real e assim ficando marcado nos anais da história e cujos hereges somente seriam lembrados unicamente pelo negativo, digamos; como “as sombras” da história contemporânea do país e assim seriam lembrados como os que se foram, porém, “tarde demais”. Por. MM Souza.


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