![]() |
| Logo meramente ilustrativa |
Até
parece nas minhas colocações que tenho algo pessoal contra o sistema Globo de
comunicação, quando e na verdade nada tem a ver.
Mesmo
porque eu, por dever e obrigação enquanto ser e racionalmente falando, tenho
uma relação “não umbilical” com a mesma, especialmente em se tratando do setor
televisivo, cuja empresa na década dos anos 80 a servir como colaborador e na
condição de um dos seus, lotado no setor de engenharia técnica operacional-sonora,
ligado ao setor musical.
Assim
sendo se passaram quase 15 anos, no caminhar por seus corredores (Jardim
Botânico) e no atendimento a quase todos os núcleos da sua linha de produções,
tanto externa e principalmente internamente. Havendo atuado conjuntamente e na nomeada
capacitação, com os seus mais renomados diretores, tanto dos setores técnico-operacional como artístico, havendo passado também dentre outros núcleos e por breve período, por seu jornalismo, até mesmo pela Santa Missa no Seu lar.
Na linha de shows, oportunidade que e na capacitação, atendi a quase toda a sua programação e dentre os quais, se destacando e por longos períodos, a programas como; Viva o Gordo e Os Trapalhões. Através dos quais, não tão somente conquistando oportunamente resultados em meu beneficio dentro da atividade que me propunha servir, como e também publicamente.
Pois
bem-Decidir evidenciar essa postagem unicamente por divergir
jornalisticamente, “cuja atividade me levou ainda jovem”, servir numa redação radiofônica
e assim sendo, no manifestar os meus posicionamentos, é por não concordar enquanto cidadão, com o
formato e forma que é conduzido e politicamente
arquitetado, a sua linha editorial no envolver-se diretamente nas questões
políticas do país, no desvirtuar os seus objetivos enquanto veículo de
comunicação, mais parecendo se tratar de uma central politica midiaticamente
atuante do que um referenciado veículo. No ocorrer os meus “protestos através dos conteúdos por mim gerados”, diante do
formato como a mesma planeja, elabora e divulga os seus posicionamentos
corpóreos, quando e na verdade deveria ser apolítica, no cumprimento único dos
seus deveres informativos.
Quanto
ao outro lado da questão e na condição de um ex funcionário, nada tenho contra
a mesma, mesmo porque por se tratar de uma empresa “enquanto tal”, séria no tratar das suas
obrigações no correspondente ao social, no que termina e como resultante, a conquista do título que a mantém ao
longo da sua história modelado no “padrão
Global de qualidade” e assim, sendo reconhecida nos quatros cantos do universo.
Resultando essas conquistas por seus aplicativos, suas reservas, modeladas
através dos cuidados que possui em se tratando do seletivo controle e absoluto dos resultados dos produtos pela mesma produzidos, além dos cuidados que determinam modelados na capacitação do seu RH- Recursos Humanos.
Portanto
aí se encontra as razões, “certo ou errado”, as quais a mim faz e
por minhas
convicções, postar os meus questionamentos, meus sentimentos enquanto seguidor
e por mais de quatro décadas, da comunicação geral do meu-nosso país. Como e
também e mesmo na condição de uma agulha num palheiro, haver efetivamente participado
da sua construção, construção dos seus alicerces, bases que a mantém. Por> Manoel M Souza “Som na Caixa”.

Nenhum comentário:
Postar um comentário