sexta-feira, 2 de outubro de 2015

EU A GLOBO E VOCÊ

Logo meramente ilustrativa
Até parece nas minhas colocações que tenho algo pessoal contra o sistema Globo de comunicação, quando e na verdade nada tem a ver.
Mesmo porque eu, por dever e obrigação enquanto ser e racionalmente falando, tenho uma relação “não umbilical” com a mesma, especialmente em se tratando do setor televisivo, cuja empresa na década dos anos 80 a servir como colaborador e na condição de um dos seus, lotado no setor de engenharia técnica operacional-sonora, ligado ao setor musical.

Assim sendo se passaram quase 15 anos, no caminhar por seus corredores (Jardim Botânico) e no atendimento a quase todos os núcleos da sua linha de produções, tanto externa e principalmente internamente. Havendo atuado conjuntamente e na nomeada capacitação, com os seus mais renomados diretores, tanto dos setores técnico-operacional como artístico, havendo passado também dentre outros núcleos e por breve período, por seu jornalismo, até mesmo pela Santa Missa no Seu lar.

Na linha de shows, oportunidade que e na capacitação, atendi a quase toda a sua programação e dentre os quais, se destacando e por longos períodos, a programas como; Viva o Gordo e Os Trapalhões. Através dos quais, não tão somente conquistando oportunamente resultados em meu beneficio dentro da atividade que me propunha servir, como e também publicamente.

Pois bem-Decidir evidenciar essa postagem unicamente por divergir jornalisticamente, “cuja atividade me levou ainda jovem”, servir numa redação radiofônica e assim sendo, no manifestar os meus posicionamentos, é por não concordar enquanto cidadão, com o formato e forma que é conduzido e politicamente arquitetado, a sua linha editorial no envolver-se diretamente nas questões políticas do país, no desvirtuar os seus objetivos enquanto veículo de comunicação, mais parecendo se tratar de uma central politica midiaticamente atuante do que um referenciado veículo. No ocorrer os meus “protestos através dos conteúdos por mim gerados”, diante do formato como a mesma planeja, elabora e divulga os seus posicionamentos corpóreos, quando e na verdade deveria ser apolítica, no cumprimento único dos seus deveres informativos.

Quanto ao outro lado da questão e na condição de um ex funcionário, nada tenho contra a mesma, mesmo porque por se tratar de uma empresa “enquanto tal”, séria no tratar das suas obrigações no correspondente ao social, no que termina e como resultante, a conquista do título que a mantém ao longo da sua história modelado no  “padrão Global de qualidade” e assim, sendo reconhecida nos quatros cantos do universo. Resultando essas conquistas por seus aplicativos, suas reservas, modeladas através dos cuidados que possui em se tratando do seletivo controle e absoluto dos resultados dos produtos pela mesma produzidos, além dos cuidados que determinam modelados na capacitação do seu RH- Recursos Humanos.

Portanto aí se encontra as razões, “certo ou errado”, as quais a mim faz e 
por minhas convicções, postar os meus questionamentos, meus sentimentos enquanto seguidor e por mais de quatro décadas, da comunicação geral do meu-nosso país. Como e também e mesmo na condição de uma agulha num palheiro, haver efetivamente participado da sua construção, construção dos seus alicerces, bases que a mantém. Por> Manoel M Souza “Som na Caixa”.

   

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