"Negócios
escusos envolvendo a FIFA, pessoas e o Futebol Brasileiro".
É desta forma que investigadores do FBI nas suas investigações, informam que o Brasil vendeu o jogo da envolvendo a briosa Canarinha e a Alemanha num esquema de corrupção histórica, além de deslavada.
"Se
tens um tempinho" leia esse interessante depoimento. Um pouco longo, mais valendo a pena. Extraído das redes sociais:
Informação dos órgãos competentes dos EUA,
notadamente o FBI órgão encarregado de investigar “os larápios” da que CBF e os
seus páreas, incluindo o chefe da Confederação Brasileira de Futebol que fora preso
pela Polícia Americana e encontrando-se o mesmo e mais do mundo futebolístico
nacional e internacional os quais se encontram enrolados até os seus
respectivos pescoços nas falcatruas recentemente levado ao conhecimento público
no envolver diretamente a FIFA e os seus bastidores da recente realização Copa
do Mundo no Brasil e cujo do resultado do jogo Brasil e Alemanha ficara sob
suspeição e tendo como fundamento a histórica goleada na semifinal envolvendo a
seleção da Alemanha e seleção brasileira no que pode ter envolvido milhões de
dólares, ocasião que cada jogador recebeu a sua parte.
Anuncia-se
que dentro de 30 dias será divulgado um balanço que poderá acabar com a vida
profissional de muitos jogadores brasileiros reconhecidos pelos torcedores,
afirmou o FBI. O esquema pode sobrar até para Rede Globo de Televisão. (texto
sem correção ou alteração).
“Dane-se
o torcedor, vamos garantir o nosso. É melhor um na mão que dois voando” Segundo
a FIFA uma frase que vai doer no coração dos brasileiros apaixonados por
futebol.
Muitos
e-mails “denunciaram” atualmente nas redes sociais a venda da dita Copa. Os
textos apresentaram detalhes distintos, mas quase todos partiram e ainda partem
do mesmo autor: Gunther Schweitzer, o mesmo homem que denunciou a venda da Copa
de 1998. Em alguns textos, Schweitzer é apresentado como diretor de jornalismo
dos canais ESPN. Em outros, o nome aparece com o mesmo suposto cargo de 16 anos
atrás: diretor da Rede Globo.
Além
da troca de favores entre Brasil e Fifa, outra “questão” foi levantada nos
últimos dias: a de que Neymar não teria efetivamente se lesionado na partida
contra a Colômbia. Sites brasileiros e colombianos divulgaram imagens da
chegada do atleta ao hospital de Fortaleza. Nelas, o paciente aparece com o
rosto coberto e sem as tatuagens que o atacante possui no braço direito. Houve
ainda quem adaptasse a história e afirmasse que Neymar simulou a lesão, pois
foi o único que não concordou em vender a Copa à Fifa.
O
jornal italiano “Corriere dello Sport” estampou na capa de sua edição desta
sexta-feira que a Copa de 2002 teve resultados manipulados por árbitros, em
favorecimento à Coreia do Sul. Entretanto, a manchete da publicação faz mais
barulho do que sua reportagem.
O
jornal afirma apenas que “um dia, talvez” as investigações sobre a Fifa
descobrirão “ligações com a Copa do Mundo de 2002″, especialmente ao juiz
equatoriano Byron Moreno, que teve arbitragem polêmica do jogo das oitavas de
final contra a Itália, no qual mostrou cartões vermelhos e anulou um gol da
Azzurra. O jornal lembra que o senador Raffaele Ranucci, chefe da delegação
italiana naquele mundial, já havia denunciado possível favorecimento à Coreia
do Sul, uma das sedes em 2002.
Na
ocasião, os coreanos chegaram até a semifinal e eliminaram Portugal (fase de
grupos), Itália (oitavas de final) e Espanha (quartas) – em jogos com polêmicas
de arbitragem. O país sediou o Mundial junto com o Japão e terminou em quarto
lugar.
A
derrota por 2 a 1 para Coreia do Sul é lamentada até hoje pelos italianos. Na
ocasião, o árbitro equatoriano Byron Moreno anulou um gol claro de Tommasi que
daria a classificação à Azzurra – o lance aconteceu na prorrogação, numa época
que o gol de ouro fazia parte do regulamento.
A
Espanha também reclamou bastante. O árbitro egípcio Gamal Al Ghandour, o
ugandês Ali Tomusange e o trindadense Michael Ragoonath, seus auxiliares,
anularam dois gols legítimos, um de Fernando Morientes e outro de Iván
Helguera, que dariam a vitória e a classificação aos espanhóis para a semifinal
da Copa. A Coreia do Sul, na época treinada pelo holandês Guus Hiddink, acabou
beneficiada e conseguiu sua melhor campanha na história dos Mundiais com a
classificação nos pênaltis.
FBI
informa que Brasil vendeu o jogo da Alemanha num esquema de corrupção. Um dos
focos das investigações da Justiça americana sobre o escândalo de corrupção na
Fifa, são transações comerciais em que a Rede Globo, da família Marinho, atua
diretamente há décadas; parceira incondicional da Fifa desde o mundial 1970, a
Globo é detentora da transmissão no Brasil de praticamente todos os eventos
investigados pelo FBI: Copa do Mundo, Libertadores, Copa América e até a Copa
do Brasil; o elo mais forte entre Globo e Fifa é o brasileiro José Hawilla, da
Traffic Group, que assumiu os crimes de extorsão, fraude, lavagem de dinheiro e
vai devolver US$ 151 milhões; além disso, J. Hawilla é dono da TV TEM, maior
afiliada da Globo no país; apesar das ligações perigosas, a Globo se limitou a
dizer, no Jornal Nacional, que “o ambiente de negócio do futebol seja honesto”;
também afirmou que “sobre essas empresas de mídia não pesam acusações ou
suspeitas”.
Segundo
a polícia federal (FBI) e a receita federal americanas, as investigações na
Fifa tiveram início por causa do processo de escolha das Copas do Mundo de
2018, na Rússia, e de 2022, no Catar, mas foi expandida para analisar os
acordos da entidade nos últimos 20 anos.
A
investigação atua em várias frentes. Sobre a compra dos direitos de transmissão
o esquema funcionava basicamente assim: para ter contratos de direitos de
transmissão de eventos organizados pela Fifa, como a Copa da Mundo ou Copa
Libertadores, empresas de marketing esportivo pagavam propinas milionárias aos
dirigentes da Fifa. De posse dos direitos de transmissão as tais empresas
revendia-os a grupos de comunicação do mundo todo. Só em relação aos direitos
de transmissão da Copa América de 2015, 2019 e 2023, a Datisa, formada formada
pela Traffic, do brasileiro J. Hawilla, e duas companhias sul-americanas,
aceitou pagar US$ 352,5 milhões e mais US$ 110 milhões em propinas para os
presidentes das federações sul-americanas. A Rede Globo comprou da Datisa os
direitos de transmissão da Copa América no Brasil.
A
empresa da família midiática mais rica do planeta não é citada nas
investigações do FBI. Mas faz transações com a Fifa sobre transmissão de
eventos esportivos desde o mundial de 1970. Em 2012, a Globo anunciou a compra
dos direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022,
no Catar. Os valores dos negócios não são divulgados oficialmente.
Na
época do anúncio, o presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho,
comemorou a compra da transmissão dos mundiais. “Por mais de 40 anos, a Globo e
a Fifa desenvolveram uma parceria muito frutífera, que trouxe ótimos resultados
para ambas as partes. Durante todos estes anos, a Fifa conseguiu fazer do
futebol o esporte mais popular, com um grande público em todo o mundo, e a
Globo se sente orgulhosa de ser parte desta história. Por esta razão, nós estamos
orgulhosos de prolongar esta parceria’, afirmou Marinho. Se trata J. Hawilla de
um dos parceiro dos Marinhos.
Entre
a Fifa e a Globo aparece um elo de ligação que é peça chave nas investigações
de corrupção das autoridades americanas: o empresário José Hawilla, dono da
Traffic Group, maior empresa de marketing esportivo da América Latina.J.
Hawilla, como gosta de ser chamado, confessou à Justiça dos EUA ser culpado
pelos crimes de extorsão, fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e obstrução da
justiça – ele é o único brasileiro entre os réus confessos declarados culpados
pela Justiça dos EUA. Ele se comprometeu a devolver US$ 151 milhões de seu
patrimônio – US$ 25 milhões deste total já teriam sido pagos no momento da
confissão. O mandatário da Traffic já foi classificado diversas vezes pela
imprensa nacional como “dono do futebol brasileiro”.
A
ligação entre J. Hawilla e a família Marinho inclui a transmissão de eventos
esportivos de peso. A Traffic teve exclusividade na comercialização de direitos
internacionais de TV da Copa do Mundo da Fifa no Brasil, em 2014. A empresa de
J. Hawilla é a atual responsável pelos direitos de torneios como a Copa
Libertadores, cujo direito de transmissão foi comprado pela Rede Globo.
Além
disso existem relações perigosas envolvendo o futebol e a Rede Globo e J. Hawilla têm parceria comercial
também nas Comunicações. Ex-repórter da área de esportes, ele se tornou
afiliado da Rede Globo a partir da Traffic. Em 2003, ele fundou a TV TEM, no
interior de São Paulo – hoje a maior subsidiaria do grupo, cobrindo 318
municípios e 7,8 milhões de habitantes, alcançando 49% do interior paulista. J.
Hawilla também comprou, em 2009, o “Diário de S.Paulo”, mas vendeu o jornal
logo em seguida.Sonegação na Copa de 2002
A
Rede Globo criou um “antecedente criminal” em sua relação comercial com a Fifa,
intermediada por empresas como a Traffic. A emissora disfarçou a compra dos
direitos de transmissão dos jogos da Copa do Mundo de 2002, na Coreia do Sul e
Japão, da qual o Brasil foi campeão.
A
engenharia da Globo para disfarçar a operação envolveu dez empresas criadas em
diferentes paraísos fiscais. Todas essas empresas pertencem direta ou
indiretamente à Globo, segundo os documentos. O esquema funcionava de modo que
o dinheiro para a aquisição dos direitos era pago através de empréstimos entre
empresas pertencentes à Globo sediadas em outros países. Deste modo, a empresa
brasileira TV Globo, não gastava dinheiro diretamente com a operação.
Posteriormente, as empresas que detinham os direitos de transmissão eram
compradas pela TV Globo.
“Essa
intrincada engenharia desenvolvida pelas empresas do sistema Globo teve, por
escopo, esconder o real intuito da operação que seria a aquisição pela TV Globo
dos direitos de transmitir a Copa do Mundo de 2002, o que seria tributado pelo
imposto de renda”, afirma em relatório do processo o auditor fiscal Alberto
Sodré Zile.
A
artimanha fiscal resultou na sonegação de R$ 183,14 milhões, em valores da
época. Segundo a Receita Federal, somando juros e multa, o valor que a Globo
devia ao contribuinte brasileiro em 2006 sobe a R$ 615 milhões.
Em
2013, o blog O Cafezinho divulgou 29 páginas do processo da Receita Federal
contra a Rede Globo. O relatório divulgado comprova que as organizações Globo
criaram um esquema internacional envolvendo diversas empresas em sedes por todo
o mundo para mascarar a compra dos direitos da Copa de 2002. O objetivo
principal seria o de sonegar os impostos que deveriam ser pagos à União em pela
compra dos direitos (leia mais).
Via
Bonner, Globo diz querer “futebol mais honesto”
A
única manifestação da Rede Globo até o momento sobre o escândalo na Fifa foi um
editorial lido por William Bonner no “Jornal Nacional” nessa quarta-feira, 27,
quando a emissora ressaltou que apoia as investigações promovidas pela justiça
americana.
“A
TV Globo, que compra os direitos de muitas dessas competições, só tem a desejar
que as investigações cheguem a bom termo e que o ambiente de negócio do futebol
seja honesto. Isso só vai trazer benefícios ao público, que é apaixonado por
esse esporte, e às emissoras de televisão do mundo todo, que como a Globo fazem
um esforço enorme para satisfazer essa paixão”, acrescentou Bonner.
No
“Jornal da Globo” desta quarta (29), também disse que “não pesam acusações ou
suspeitas sobre as empresas de mídia de todo o mundo que compraram desses
intermediários os direitos de transmissão”, caso da Globo.(APC:news).
Será por essas razões que a Globo apoia politicamente pessoas como Eduardo Cunha, o qual
e como presidente do Congresso Nacional encontra-se sob investigação de também
ser um dos afanadores da nação? E assim sendo ficando no ar a pergunta e questionamentos
em se tratando do assunto. Fonte: Rius.com.br