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| Família Bolsonaro - Foto Google |
Nem
mesmo os conhecidos gestos e a exibição de armas pesadas ocorridas no decorrer
de sua campanha palanqueira do atualmente Presidente da Republica Brasileira Jair
Bolsonaro, fora suficiente para fazer os teleguiados que se dizem evangélicos amoitados
nas suas segmentadas corporações no ajudarem elegê-lo e ainda conjuntamente os
seus “capangas” eleitos, agarrados que fora a uma inexpressiva sigla partidária
como ocorrera por ocasião da eleição de “Fernandinho” Collor de Melo.
Assumidamente
os evangélicos em geral, além de elegê-lo como se o mesmo fosse o novo “Messias”,
elegeram por tabela, uma forte bancada do seu partidinho (PSL) e desta forma fortalecendo
também a bancada evangélica, reconhecida nos bastidores da política como bancada
da bala.
Viajaram
esses, no retrocederem na máquina do tempo, aos idos tempos do intempestivo
Nero. E assim elegeram; modelado nos tempos atuais, um faxista a moda Mussolinista.
Contribuindo assim com os seus “sagrados” votos, mesmo contrariando os desejos
da massa maior da população brasileira, votantes e não votante fora o mesmo,
apoiado e votado pelos pobres cegos espirituais. Os quais e mesmo sabedores das
suas metralhas linguísticas embasadas em mentiradas conhecidas como Fakie News.
Por
sua vez e mesmo sabedores das suas estreitas relações e de seus familiares com
a delinquência carioca, cujos pseudos evangélicos no cegamente apoiarem os seus
desequilíbrios mentais, os seus destemperos nos seus dia a dia, mesmo assim segue
cercado por uma legião de “evangélicos” e caserneiros, os quais lhe dão
proteção no usarem a farda da legalidade no enfrentamento de desejos e vontades
da camada maior no desafiar a tudo e a todos, inclusive notórias personalidades
reconhecidas universalmente e cujos resultados finais, conseguindo o mesmo seguir
adiante
no cargo pelas estradas da vida, obviamente enquanto na mesma estiver,
em conformidade com o que preceitua a constituição, no final de tudo somente
restará no interior desse que deveria ser um modelo universal de país, tão
somente os cacos para serem ajuntados pelas futuras gerações.
Publicado nesta página
em DEZEMBRO DE 2018
Dinastia Duvalier:
Dinastia
Duvalier foi uma ditadura autoritária e familiar imposta
por muitos anos ao combalido povo haitiano que durou por quase três décadas, indo
de 1957 até 1986, cujos mandatos foram usurpados do povo daquele “pobre” país,
tomado na marra e cujas atrocidades no se sustentarem no poder durante quase duas gerações familiares.
No
entanto ao chegar o final do mandato, Magloire se recusa sair e desta forma
eclodindo por conta disso uma greve geral que parou a combalida economia do
país e desta forma, diante do caos estabelecido Magloire fugiu do país,
deixando seu povo em estado de miséria absoluta e quando as eleições foram
finalmente restabelecidas, um médico, se anunciando como “Salvador da Pátria” François Duvalier, foi
eleito em cima de uma plataforma de ativismo em nome da população pobre daquele
país.
Duvalier
acabou tendo que produzir e a seu bel prazer, uma constituição para consolidar o seu poder no substituir a legislatura bicameral por uma unicameral. Em 1964,
Duvalier declarou-se presidente vitalício alterando a cor da bandeira e as
armas nacionais trocando o vermelho e azul para vermelho e preto. Demitiu o
chefe das forças armadas e estabeleceu uma Guarda pretoriana no manter-se no
poder. Em seguida criou uma guarda pretoriana conhecida como, “os terríveis Totom
Macutes”, transformada que fora numa guarda especial de repressão ao seu povo. O
qual e como médico ruralista, no contar com amplo apoio dos setores rurais do
seu país seguiu até onde foi possível.
Contou
também com o apoio da elite usando a sua influência adquirida os militares para
estabelecer sua própria elite. A corrupção grassava endemicamente, ao passo que
o próprio roubava dinheiro de agências governamentais para recompensar os seus
leais oficiais. Usava o mesmo religiosamente o Vudou. Na intimidação diante dos
seus repressivos atos de governar e diante de tantos descalabros, o presidente
dos Estados Unidos John F. Kennedy, revogou ajuda e recuou com as missões do
Corpo de Fuzileiros em 1962. Após o assassinato de Kennedy, as relações com
Duvalier abrandariam, em parte devido à localização estratégica haitiana proximidades
com Cuba.
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| Arquivo Google |
No
relacionado ao futuro do Brasil diante do quadro que se apesenta atualmente,
comparável as praticas dos Duvalier na pequena republica Haitiana, “seria uma
mera coincidência”, já que coincidentemente ou não, os caminhos de lá poderão
ser reproduzidos aqui, no que não deverá ser mera coincidência. Por > MM
Souza.