Politicamente
o Brasil não possui ao longo de sua história muitas coisas para serem positivamente contadas em se
tratando dessa Saara, infelizmente. Desde os tempos de Cabral, que o país não
acerta o passo em se tratando do assunto.
Contam
historiadores, apenas poucos uns bem informados e outros nem tanto; que a velharia caminharam politicamente em detrimento de
interesses escusos e pessoais desde os velhos tempos, tempos do império, impérios que
privilegiava os que se curvavam diante da corte. Estes sim recebiam muitas
porções de terras como resultante da subserviência, no defenderem os seus bons bocados, foram terras ricas na face e no
sub solo.
Foi assim e desta forma que nasceram sob os braços das oligarquias, envolvendo maçons dando na sutilidade cartas aos coronéis do mato e oportunistas em eternos plantões nas esquinas
e nos subterfúgios palacianos.
Ficaram esses, poderosos fundando bancos próprios utilizados nas suas transações comerciais, mesmo que explorando braços
dos escravos no "brigarem com a libertária princesa Izabel. Infelizmente a maioria dos historiadores esqueceram de contar as
dificuldades que a Princesa Isabel tivera nos seus atos libertários.
E assim
a coisa foi se modelando, os dinheiros aferidos ao mercado tinham destinos certos,
concentrados que sempre fora, nas mãos de poucos; os quais e sob variados títulos e brasões, foram se completando e concentrando as economias e riquezas do país no exercitarem grandes influências nas decisões políticas e nas vidas dos
seus cidadãos. Como não bastasse, além das muitas porções de terras ofertadas fora esse tipo de gente, se disseminando e se consolidando como
forças politicas nas regiões onde atuavam e desta forma, as oligarquias
fatiadas e subdivididas ganharam títulos, ou seja; titulo de coronéis ‘do
mato’, e terras no procederem a ferro e fogo as sua atitudes mercantilistas vivenciando as suas respectivas vidas em
detrimento unicamente de interesses pessoais e dos seus chegados.
Pois
bem -Assim em termos comparativos com os dias atuais, nunca foi diferente,
apenas giraram na roda do tempo, adequando os seus modos operantes mudando de
nomes e conceituações. “Biblicamente falando” os descendentes de Barrabás e de
Judas se disseminaram e se espalharam pelo mundo e o Brasil, não foi uma exceção,
não ficando de fora. Aliás, muito pelo contrário, aqui foram essas figuras se
disseminando e nos dias de hoje, muitas das vezes, através do império das leis
dos tempos atuais continuam mandando e desmandando num país corporativo com
ranços oligarcas.
No
frigir dos ovos e como a carta de alforria promulgada nos velhos moldes do
passado e as constituições, promulgadas ao longo da caminhada do país através
dos tempos, continua o mesmo caminhando pelo viés envolvendo atualizadas. Ou
seja; as estradas continuam sendo caminhadas por outra entrelinhas, sendo
praticadas como nos velhos tempos. Por
> MM Souza.


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