quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Papagaio de Pirata

Imagem meramente ilustrativa > Google
As corporações midiáticas e os cambaus conseguiu sitiar o ex-presidente Lula e o seu partido de apoio maior (PT). Afinado com corporações e banqueiros americanos, o papagaio conseguiu num alinhamento com corporações do Tio Sam provocar um grande desastre na economia do país, socialmente buscou o esfacelamento de suas bases, dando força ‘jurídica’ ao holocausto tutelar, dando força ao neoliberalismo, que e por sua vez vem sendo plantadas ‘a boca miúda’ desde os tempos da finalização mandato de FHC, inicio da era de ouro do Partido dos Trabalhadores. Em contrapartida, ficaram os atuais assumidamente republicanos, importados das Américas, os quais por sua vez sutis, sorrateiramente aguardaram o oportuno momento para rasteirar o PT e todos os seus suportes de apoio.
Desta forma, o “papagaio” que se fizera paladino da moralidade perante parte do  eleitorado e da população em geral conseguira com as suas diabólicas atuações colocara a família Bolsonaro no poder maior politico-administrativo do país. Assim e desta forma, o paladino fora aos poucos se revelando político mesmo sem muito convencer a parte maior da população, os quais não se embriagaram com os seus discursos ecoado por toda a nação, apoiado que fora pela mídia irresponsável, revelado na condição de ético e moralista, que e na condição de juiz, vestira a casaca da moralidade.

Assim e no afã de colocar o ex-presidente Lula no foco dos apedrejamentos, seguiu o mesmo nas suas perseguições e propósitos,  contando com as artimanhas da poderosa Globo, a qual após servir as corporações do seu entorno usando o pirata no centro das atenções, no momento revelado como um verdadeiro diáspora. O qual por sua vez, no galgar posição de destaque no atual governo, comanda a sua tripulação  assumindo o comando de uma das naus a serviço do comando maior e assim provando a sua condição de antipatriota a serviços do Tio Sam

Agora e com ‘cara de tacho mal raspado’, Não sabe o mesmo, o que fazer, exceto servir aos propósitos do seu comandante, o qual por sua vez, se encontra obedientemente batendo continência para o pavilhão nacional, bandeira dos Estados Unidos da América. Por > MM Souza.     

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