domingo, 24 de junho de 2018

Política "biblicamente falando"


Um dia depois de denunciar à televisão portuguesa que o ex-presidente Lula está preso ilegalmente no Brasil, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, responsabilizou Carmen Lúcia, presidente da corte, pela ilegalidade; "A presidente está retendo esses processos, não designa data para julgar. Eu liberei as duas declaratórias de inconstitucionalidade em dezembro do ano passado", afirmou; "A presidente, muito poderosa, não designa dia, e ficamos por isso mesmo". Fonte: Brasil 247.

Ministro Marco Aurélio; esperar o que dos descendentes da família Iscariotes? A qual por sua vez também se espalhou pela Terra, digo todos, até mesmo os menos esclarecidos dos cidadãos brasileiros, sabe muito bem hoje, a idoneidade moral da suprema corte, suprema corte que no passado se fazia ser respeitada por cuidar apenas dos seus deveres, deveres constitucionais e unicamente nos seus respectivos legados, digo nas práticas dos seus respectivos ócios e no anonimato. 

Foi sempre assim e até que a Globo resolveu fazer da suprema corte do país, um palco de show jornalístico e desta forma, revelando aptidões artísticas ‘pessoais’, da magistratura no mexer com as suas vaidades, seguramente por não terem investido em cursos de teatro no desempenharem nas suas respectivas carreiras e desta forma escolhendo a atividade errada e hoje, com as oportunidades ofertadas resolveram e no provarem o ‘gostinho’, se tornaram celebridades midiáticas; mesmo trilhando pela contramão dos seus ofícios.

Assim sendo e com os poderes de uma constituição modelada corporativamente, digo; capengamente corpórea pelo fato da mesma haver sido empurrada goela dentro do cidadão, sem ao menos consulta-lo. A qual e por ocasião da sua promulgação, deveria ser com a aprovação direta dos cidadãos, que fosse através de plebiscito ou até mesmo via pesquisas de opinião. O que fizeram? Reuniram os interessados em modelar algo manipulável, corpóreo no certificar-se de tudo caberia recursos interpretativos e mesmo decidido por uma única pessoa, pessoa que no possuir uma carteira da magistratura federativa, poderia dar carteirada a torto e a direito.

Desta forma e assim agindo, 'indicados políticos' no atenderem reconhecidos e venais caserneiros, os quais nas caladas das noites e no domínio dos  seus territórios, mesmo os reconhecidos publicamente por suas venalidades conspiratórias, a magistrada Carmem Lúcia no ostentar a sua carteirinha ostentando o brasão da republico, se acha na condição ditatorialmente sair por aí dando carteirada em nome de uma fragilizada constituição e graças a sua imunidade. Mesmo que tenha que atropelar a carta que deveria ser magna do país, no tomar as suas decisões 'interpretativas pessoais', bastando unicamente não ir com a cara do sujeito.
Aqui e enquanto deixarem, seguiremos em frente com a nossa luneta periscópica observando da nossa torre de vigília, “o que querem de fato ou arrogantemente” fazer desse maltratado país. Por > MM Souza.          

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