domingo, 17 de junho de 2018

O Juiz da FIFA e a magistratura brasileira

Parcial
Observaram onde quero chegar? Não? Então observe aí: O jornalista Jânio de Freitas destaca que as críticas feitas por advogados e juristas acerca das conduções coercitivas foram "enfim reconhecidas" e proibidas pelo STF; para Jânio, isso aconteceu diante do TRF-A aceitar a "arbitrariedade de Sergio Moro" e após o "CNJ conceder impunidade à violação do Código" pelo magistrado; "O Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal substituíram o direito pela demagogia", dispara. Fonte Brasil 247.
Mesmo sem brilho em conformidade com o que procurou produzir a mídia golpista capitaneada pela Globo, veiculo que armou um palco de show em Moscou, como se tivesse o nosso país para o resto do mundo, "comendo futebol". O amarelo de sua camisa usada como escudo da direita naemua batalha contra a democracia, mostrou a sua cara e nem com palha de aço ou Caol dobrado conseguiu enganar aos pobres coitados, assim como incautos cidadãos. "Não agradou a grego e muito menos a troianos." 
Pois bem, mesmo com dois pênaltis vistos e se analisado pelo juiz com lisura ou paixão, poderia no minimo, ser revertido em mais um Gol, cuja seleção e mesmo se saísse vencedora por 2 x 0. Caso o penal te fosse marcado e convertido, não faria o futebol do Galvão Bueno brilhar, mesmo carregando na dose dos produtos usados para fazer a sua opaca cor brilhar.
O mundo ficou em dúvida, afinal foi ou não penal te? O mundo que sempre viu a seleção brasileira como 'poderosa', hoje a enxerga como uma qualquer, a ex “briosa seleção”, não passa de um caco, seus divulgadores não quiseram enxerga-la, assim como o juiz diante da aplicação em conformidade com o seu “estatuto”, constituição da Federação Internacional do Futebol, viu o seu 'representante' em campo o penal te, como uma jogada qualquer, digamos; um encontrão, no que e assim pensado no respaldo que deveria ter em conformidade com a construção 'estatutária' da FIFA e caso o magistrado da peleja apelasse para os recursos disponibilizados no promover a sentença em cima do lance e desta  forma agindo, ficaria fácil a aplicar da sentença.
Assim sendo e como os 'seus colegas' de cá encastelados no Supremo Tribunal Federal, se agissem fundamentados no que reza a constituição que regula o ir e vir do cidadão, no agirem sem as suas convicções, agindo com o fundamentado nos seus constituídos princípios, não estariam cometendo arbítrios, se apelassem levando em conta unicamente as suas convicções, o Brasil estaria livre dos seus arbítrios.
Tá aí feita uma analogia real e enquanto os mesmos como se raposas fossem tomam conta do mel, os ladrões engabelando para mais de 200 milhões de brasileiros, tomam conta dos galinheiros. Por > MM Souza.
      

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