Chega
ser considerado obsessão, a questão envolvendo o ex- presidente Lula e a corte a
qual deveria ser de fato suprema do país em se tratando de obediência as leis construídas,
no que e infelizmente não é o que ocorre. Agindo politicamente, tende a suprema
corte ‘no frigir dos ovos’, sair com a sua ‘que deveria ser ilibada imagem’, no
mínimo arranhada e até mesmo com profundas cicatrizes perante a história do
país no usar as leis legislando em causa própria no excessos claramente perante
os olhos da nação e do mundo. Quem enxergava o país até pouco tempo atrás, vendo-a
como emergente potência, se assusta diante da realidade dos fatos.
Feliz
ou infelizmente, desta forma era reconhecido o país até antes do golpe negro
praticado por forças escusas a serviço do Tio Sam; aliás, um Tio que sempre viu
o país e todas as nações a sua volta existentes no continente, como coisas do
seu quintal.
Só
que o país passou de uma republiqueta de bananas para se tornar polo produtor
de bananas de qualidade a vista do mundo e o Tio Sm não gostou nada da acessão
do país hoje com mais de 200 milhões de penadas almas. Diante de tais ações e visibilidade,
o mundo passou comprar ‘bananas’ do Brasil e aí o Tio enlouqueceu, jamais admitiria
o país aliar-se a nações tidas como comunista, pirou de vez e aí começou as
articulações no sentido de desestabilizar política e economicamente as outras
nações do continente e fora delas como por exemplo a África e desta forma
metendo os seus bedelhos atrapalhando as relações entre outras que voava indo a
pleno vapor envolvendo Brasil e Argentina. Para tanto e nas nossas afirmativas
basta tão somente observar a realidade envolvendo ambos os países.
No
que afirmamos e se assim continua, até a turma do temer e do Macri, os quais em
sintonia com o Tio, não largam sequer o osso buco imagine enquanto existir uma
carninha.
Na
verdade o Tio quer mesmo é estabelecer por aqui e como no passado sob pretexto
de livrar o país dos comunistas instala
no contar com o apoio de apátridas, uma convulsão de ordem social no Brasil
mesmo e possivelmente no continente envolvendo e a princípio também a Venezuela
e assim sendo dando continuidade a produção e a todo vapor, das suas fabricas
de balas e canhões, já que as guerras do Iraque e da Síria tende e depois de
reduzirem os respectivos pises a pó, a não mais consumir os seus produtos militares.
Por
> MM Souza.

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