quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

No país das festas

Indignado fico quando observo uma mídia totalmente comprometida com o truste financeiro vinculado aos interesses internacionais existentes no Brasil.
- Foram muitos centenários de investimentos na Saara, envolvendo traíras e apátridas, os quais não se fizeram de rogado em traírem a pátria a qual deveria ser amada, como recomenda o seu hino. Lamentavelmente fora a mesma literalmente traída ao longo de sua história enquanto nação.    \aqui nasceram pessoas outras foram  jogadas possuindo nomes estrangeiros e com a finalidade de traírem custasse o que custasse à pátria, repito; que deveria ser amada por todos e não tão somente por alguns. Dai surgiram castas com o DNA de cidadão apátrida, infelizmente. Os quais se espalharam por todos os quadrantes do país lamentavelmente.

Desta forma e nesse formato o país nunca teve controle de nada. Se observarmos que muitas pequenas nações existentes no mundo e dando  como exemplo atual o Irã (Golfo Persico), cujo país no tempo do subserviente Xá Reza Pahlevi, fabricavam garbosos tapetes para os endinheirados americanos e Cia. pisarem, pisarem sim na cultura de um país e até que se prove o contrário, soberano alvitrado além de   manipulando via mecanismos intervencionistas pelos ‘auto intitulado policia do mundo’, e desta forma pisara no seu povo; diferentemente do que estabelece as suas leis, leis emanadas do seu próprio povo. Assim sendo foram pisados pelas botas dos intolerantes a mando do Tio.
Assim sendo, provocou uma raça, raça de gente que na condição de revoltados, se tornaram revoltosos e assim sendo, por a religião mulçumana ser predominante no país, suas lideranças contra atacaram, os quais além de acabar com o império dos Pahlevis, instituíram um cerco no seu entorno e dando bananas para a turma do Tio.

Como ocorrera na China, salve engano nos anos 80 do século passado, oportunidade que a turma do Tio fomentara um levante popular, os quais com ousadia, tentaram erguer na praça Celestial, capital chinesa, uma estatua cópia da tida pelos correligionários do Tio, como da Liberdade e resultando em muita pancadaria e muito sangue derramado do lado dos promotores do levante.

Aqui no Brasil por outros caminhos e pelo fato de sempre pensarem e agirem na sutilidade; a situação tende se agravar se continuarem fomentando o ódio no consolidarem os seus objetivos energético-econômicos. Para tanto as fábricas de balas, as quais ultimamente vinham trabalhando a todo vapor e como as guerras do Iraque e da Síria após ambas as nações, serem quase reduzidas a pó, em nome e defesa de suas jazidas de petróleo, estão por terminar e assim sendo precisa o Tio, fomentar outras guerras e o Brasil, se no formato político continuar, estará sujeito na condição de consumidor das fabricas de balas e de canhões do Tio. Por > MM Souza.   

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