Jornalisticamente,
vejo o sistema Globo como um todo, num formato contestatório em face das suas intervenções
político-partidária. Fosse a Globo na condição de geradora de conteúdos no
formato que lhe fora conferido, voltado para o entretenimento, ‘coisa que lhe
compete’ e não lhe faltando capacidade.
Digo
isso, pelo fato de haver na minha modesta capacitação como integrante da sua
engenharia técnica operacional, lotado
no setor técnico-musical, no atendimento aos núcleos da sua linha de shows.
Na referenciada empresa, atuante por mais de uma
década, ao lado de suas estrelas e no atendimento aos mais diversos núcleos da sua linha de produção industrial. Digo; na
sua fábrica de entretenimento e cuja base principal encontrava-se e ainda hoje,
mesmo depois do Projac, ainda mantem a mesma parte do seu polo no bairro
Jardim Botânico (RJ).
Atualmente, diante das minhas acumuladas experiências no âmbito jornalístico, adquirido nos anos 70, ‘período duro da
ditadura militar’ através do rádio e nos dias atuais atuante como autor e editor de
periódicos. Além de haver construído três obras no campo literário. Quando observo
o lado negativo do seu jornalismo de guerra, jornalismo praticado contra um
cidadão, e no embalo, os seus coligados partidos políticos, com certeza me entristece.
Lucraria a Globo muito mais se direcionasse as suas pautas, única e exclusivamente voltadas para o atendimento a sua linha industrial na condição de produtora de entretenimento, repito; voltada única e exclusivamente
para esse foco. Que a mesma praticasse jornalismo, porém que fosse uma pratica expondo na sua grade, a essência da
verdade e que praticasse um jornalismo plural e não conforme vem fazendo praticando jornalismo de guerra no agir partidariamente como se um partido político fosse.
Para
finalizar digo; socialmente falando; não guardo mágoas, "mesmo tendo a servido como
um dos integrantes da sua senzala", senzala dos Marinhos. Por > MM Souza.

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