terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Estado Islâmico na farofada brasileira


Quem diria o Brasil além de se tornar conceitualmente lá fora, enquanto nação, reconhecida como uma republiqueta qualquer,  republiqueta de bananas,  se revelando e mesmo laico.Mesmo a maior parte de sua população se declarando voltada para o catolicismo e cujo ‘estado Islâmico’, digo; ‘a brasileira’ se revela fortalecida pelas  atrocidades praticado em função da omissão do estado preocupados unicamente com o poder central e no desconhecerem preventivamente, o poder paralelo existentes nos presídios. 

Também pudera, um país que permite os mandos de um ilegitimo que se arvoram nas suas legitimidades, mesmo sendo o seu líder maior sendo legitimado por marreteiros plantados no congresso nacional, comandados por seus chefe imediato Eduardo Cunha, que por sua vez se encontra puxando cana no xilindró da PF, cujo chefe maior fora reconhecido por um judiciário que lhe dera respaldo nas suas perniciosas e comprovadas acoes, no procederem atropelando uma capengante constituição. Cujos federais, não reconhecem o estado de direito do seu povo, especialmente os eleitores. 

Assim sendo e diante das ocorrências cometidas por facções criminosas radicais, as quais são identificadas por seus atos dentro dos presídios, atos condenatórios no agirem como muçulmanos radicais o fosse, no mostrarem para o mundo as suas valentias, chegando a ponto de desprezarem as vidas dos seus semelhantes, não importando as suas crueldades mesmo praticadas contra inocentes e principalmente os que não se ajustam as suas maneiras de pensar e agir.

Desta forma, o estado brasileiro prova para o mundo que ‘os muçulmanos de cá' são tao violentos  e não menos ferozes que os que se batem em seus redutos em conformidade com os seus procedimentos religiosos.

Ao passo que os valentes de cá, poderão se inspirados, a qualquer momento transformarem-se em batalhões suicidas, armados pelo tráfico, a saírem as ruas depredando, cortando cabeças e quebrando tudo no procederem as suas justiças condenatórias, cortando publicamente as cabeças das pessoas, cujos atos ainda se encontram reservados nos interiores dos presídios e cujos chefes em nome de um sectário poder, em nome de uma mafia, se arvoram a margem da lei, lei que nem mesmo o estado se encontra sabendo administrar as suas questões e tudo levado pela incompetência de suas lideranças, as quais em vez de se encontrarem também nas cadeias amolando as suas guilhotinas, se encontram encastelados sobre os pilares planaltinos e à frente do poder máximo do pais. Por > MM Souza.     

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