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| Entrada do projeto Barreira.. |
O povo mais esclarecido e de mentes sadias
desse imenso continente chamado Brasil sabem muito bem que por ocasião da destruição
da base de lançamento de foguetes do país ‘Barreira do Inferno’, dentro das nossas limitações técnico-operacionais, nos encontrávamos caminhando.
Como e também sabem os esclarecidos que na ocasião existia um projeto sendo
testado, numa parceria firmada entre Brasil e China e envolvendo algumas dezenas
de cientistas localmente, aliás os poucos existentes no país e que na sua grande maioria foram lambidos pelo ardente fogo pós
explosão de um dos foguetes que se encontrava posicionado para ser lançado. Envolto
numa misteriosa e cortina de fumaça, as questões relacionadas até os dias atuais continuam como dantes nos quartéis dos senhores Abrantes.
Com
destinação para promoverem testes espaciais do país no ir além da atmosfera. Também era o complexo industrial encarregado de produzir o desenvolvimento de material
bélico avançado utilizados no aparato de guerra nacional, envolvendo as três forcas;
marinha, aeronáutica e exército.
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| O que restou... |
Na ocasião do ‘acidente’, aventou-se a possibilidade da participação da CIA, agencia de espionagem americana na central do ocorrido. Como vivenciamos nos dias atuais e pelo fato dos golpistas, os quais se encontram mandos e desmandos nos ‘encabrestados e abestados' via Globo, observem o que relata matéria veiculada hoje domingo (22), no referenciado site: Brasil247, relacionado ao assunto, fortalecido pelo momento conspiratório que vivenciamos:
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| Seria russo ou americano? |
> "Brasil
e Estados Unidos retomaram secretamente as negociações de um acordo sobre o uso
de uma base militar brasileira no Maranhão para o lançamento de foguetes
norte-americanos. Encerradas em 2003, início do governo Lula, as conversas
voltaram por iniciativa do ministro das Relações Exteriores, José Serra",
informa André Barrocal, na revista Carta Capital; no entanto, com a posse de
Donald Trump e a saída de John Kerry, a dupla brasileira perde interlocução em
Washington.
Sem comentário. > Por- MM Souza.



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