quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Entre duas bandeiras

Modelado num passado pelos oligarcas infelizmente o nosso país por não imaginar ‘diante dos seus pequeninos cérebros’ e à sua época, que o país cresceria e se tornaria uma destacada além de grande nação do continente em que se situa.
Por seus cérebros serem desproporcionais a sua caixa craniana, preferiram optar em vez de crescerem política e comercialmente formalizando parcerias culturais com as nações do próprio continente, preferiram optar pela subserviência atrelando-se a outra América, América reconhecida como do Norte, a América do dinheiro e do poder de mando.
Desta forma e nesse modelo o país foi se acostumando com migalhas e subserviências, emaranhado além de amarrando política e comercialmente no aceitar as suas pequenas poções. E assim, tem sido ao longo de sua história enquanto ‘republiqueta’, vista pelos olhos do mundo. Bom até aí e conforme as tradições dos países colonizados, podendo até mesmo se entender, por o mesmo haver sido colonizado por uma nação de tradições europeias e cujos subservientes, se tornaram irmãos siameses do Tio Sam, amigos da América, ‘digo’, do Norte. Por o país haver sido colonizado por uma nação atrelada ao seu bloco, acharam como ‘filhote’, que também deveríamos ser comandados pelos americanos do norte. 

Os tempos deles, digo, ‘dos coronéis do mato’, foram se passando e hoje o país comandado por seus descendentes, vendem até as suas respectivas almas para o diabo, no manterem essa infeliz tradição escravocrata e assim sendo não permitindo que os garrotes e mourões escravocratas do passado, seja retirados oficial e ‘culturalmente’, dos respectivos pescoços cibernéticos dos dias atuais.
O país mesmo ‘capengamente’, se encontrava provocando uma revolução cultural, emanada do seu povo, mesmo um povo descendente dos chicotes e das amarras, envolvendo destemidos revolucionários anotados como vultos e se destacando dentre outros, a princesa Izabel e Tiradentes, inseridos ' acidentalmente' na sua paupérrima história como revolucionários e por tais razões, pagando os seus respectivos preços, no tentarem e muitas das vezes, pagando altos preços alem do sacrifício das suas próprias vidas.

Assim sendo e nos frigir dos ovos, nos tempos atuais, sugiram dispersas lideranças e dentre as mais destacadas, o ‘pedreiro construtor’ Luiz Inácio Lula da Silva (Lula), que por sua vez, se encontra pagando também o seu  preço, preço por sua ousadia, no figurar na história contemporânea como um bom samaritano, no fazer parte da historia desse imenso ‘elefante’ possuidor de um grande corpo e comandado infelizmente, por apequenadas cabeças e cujo legado do ' pedreiro' era construir, no fazer parte de uma composição, composição que inegavelmente se encontrava com a sua economia estabilizada e se destacando entre as grandes e poderosas nações do universo contemporâneo.

Encontrava-se o pais caminhando na direção de um futuro e hoje se ver as amarras do passado sendo usadas em troca de quase nada, em trocas de migalhas, as quais num passado recente, eram reconhecidas como moeda de troca ‘Aliança para o Progresso’, usada para matar 'humilhadamente', a fome de milhões de famintos irmãos brasileiros. Ao passo que e no presente destroem a nossa Bolsa Família e desta forma, retornando' num futuro próximo, as amarras do FMI e consequentemente, com os resquícios legados unicamente, aos derrotados da história, contemporânea e do futuro, pelo legado reservado aos conspiradores do oportuno momento, infelizmente. Por > MM Souza.

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