sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Olho no olho e dedo no gatilho

Presidente Sírio Bashar Assad
Em guerra convencional o mundo já se encontra de há muito e em quase todas as suas delimitadas regiões e quanto a isso não se tem as menores das dúvidas, inclusive em algumas delas existindo prolongados conflitos e os povos pagando preços muito caros e indo até mesmo além da vida dos seus cidadãos envolvendo crianças, jovens e os idosos e se fossemos aqui enumerá-las, com certeza faltaria espaço.
E olha que outras estão sendo fomentadas pelo hegemonismo daquelas que através dos seus potenciais bélicos e econômicos procuram submeter as mais fracas aos seus ditames e assim não falando a mesma língua vira o mundo nos dias atuais, uma verdadeira torre de Babel.
Observem só as palavras de uma pessoa a qual e independentemente das suas razões e no alimentar de um conflito envolvendo uma briga interna entre irmãos e que ao longo dos últimos anos, ceifara através das balas, quase meio milhão de vidas e no momento alvo de acirrada disputa envolvendo as duas maiores potências bélicas do mundo e consideradas as duas mais belicamente municiadas e cujas armas nucleares disponíveis nos seus arsenais, se amiúde calculado, daria para destruir e por muitas vezes o mundo.                                                                             
Observe o que diz e tire as suas conclusões o que diz o diretamente envolvidos nessa queda de braço presidente Sírio Bashar Assad:                                                
> O presidente da Síria, Bashar Assad, afirmou que a situação no mundo atual lembra a Guerra Fria e disse que um conflito global também parece possível; “Quanto à Terceira Guerra Mundial, esse termo tem sido usado com frequência após a recente escalada da situação na Síria. Hoje observamos uma situação que se assemelha à Guerra Fria em estado de desenvolvimento. Isso é algo que surgiu ha muito pouco tempo, porque eu penso que o Ocidente e, especialmente, os EUA não interromperam a Guerra Fria mesmo após a desintegração da URSS”, afirmou.
Assim sendo e diante do revelado, se conclui que as evidencias são reais e bastando para tanto, partirem para o conflito direto, porque o indireto já se encontra acontecendo e alimentado por divergentes países, os quais defendem os seus particulares interesses na condição de aliados de um e do outro lado. Por> MM Souza


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