Morrendo de amor pelo poder
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| Viaje na sua imaginação |
Podem
me chamar do que quiser; Vagabundo, descarado, salafrário, cachorro doido, lacaio, filho
da p..., ladrão, descarado, traíra e os cambaus, que não estou nem aí para
vocês que assim me enxergam, afinal foram vocês mesmos ‘babacas eleitores’ que me colocou no poder central de Brasília e por isso não estou nem aí para vocês. E ainda tem mais; é como dizia o personagem do falecido humorista Chico Anísio, deputado
Justos Veríssimo ‘quero é que pobre se exploda, não quero nem saber de pobre tenho alergia, eu quero e usar o pobre para me dar bem’.

Assim
pensando e agindo, cujo personagem foi oportunamente bem lembrado, não pelo
fato do pobre ser pobre de recursos e sim se dirigia o fictício deputado, aos pobre de juízo, pobre de atitudes e principalmente os pobre de espirito, se eleitor, aí então por se permitir nos
períodos eleitorais, se trocarem por ninharias. Portanto, sem essa de dever cívico patriótico ou praticar da
cidadania, ele, Digo; pobre pelo fato do cidadão se permitir ser usado, espezinhado e manipulado por uma camarilha de famintos chacais loucos por poder,
os quais não estão nem aí para derivações que e posto em prática feriria de morte o estado d’alma
de qualquer honrado cidadão.
Lamentavelmente e na falta do praticar a plena cidadania e no enaltecimento do correspondente aos seus
deveres e obrigações na condição de pátrio cidadão, infelizmente as torres e pilastras
palacianas, não deixam nenhum dos que lá chegam, enxergar um palma a frente do
seu nariz como tal e mais parecendo, um bando de consumidores de eleitores os
quais no permitirem através das suas práticas, no usarem incautos, lá colocam verdadeiras mantilhas de cachorros doidos, cachorros loucos por poder e assim sendo, fazem qualquer negócio para lá ficar se eternizar, 'mesmo que tenha a sua
honradez e imagem ferida além de execrada aonde quer que se vá sobre os tetos palacianos. Por> MM Souza.
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