segunda-feira, 17 de outubro de 2016

FMI ou Brincs?

 Mais parece que os atuais responsáveis pela administração do país, ‘tomada na marra’ e no seguirem os caminhos pertinentes a ação modelados pela administração anterior, a qual e no modelarem uma nação para um projeto social democraticamente futurista no se engajar nas referenciadas economias em acessão envolvendo economias ativas além do Brasil, China, Índia, Rússia e África do Sul, cujas nações no já se encontrarem investindo em determinados setores do Brasil há algum tempo, principalmente os chineses.
Pacto verdadeiro
Os mecatrefes no tomarem o poder, ‘desrespeitando a minha condição de eleitor’, promovera ao longo da sua fragilizada administração, suas farras político administrativas, no que  diante do quadro delineado circunstancialmente, ficou o Brasil ausente das reuniões de bastidores. Assim sendo, após a tempestade e confirmado legislativa e judicialmente a saída do temporário para o definitivo e no pegar carona, 'o Temerário' seguiu para a Índia no sentido de representar o país, ‘fazer o que né?’       Modelado num golpe midiático-parlamentar 'constitucionalmente paraguaio e assim sendo permissivamente pelo MPF', rumara o Temeroso em comitiva, para Goa. 'Só que de saias justas', Pelo fato de achar que á a cúpula', está comendo as suas conversinhas, cujas ações além de acintosamente tungarem 54 milhões de votos, em parcimonismo com o FMI e avalistas internos' no confirmarem a principal razão do golpe baixo, fora na verdade aproximar-se do Tio. 
Ou seja; a visita ao Brincs possui exclusivamente a intenção de atrai-los para angariarem investimentos para o Brasil, já que os eternos parceiros do Tio, cujos países fazem parte do bloco europeu, nada podem fazer pelo Brasil, pelo fato da grande maioria do seu bloco, se encontrar com as suas respectivas economias a banca rota.
E se a turma do Temerário 'treiteiros cidadãos', continuarem não respeitando ninguém, interna e externamente, como revela matéria publicada em referenciada página nacional, a qual acompanha as lambanças promovidas pelos atuais do poder e desta forma repassando a ideia do que Temerariamente, nos aguarda daqui para frente.
Obviamente se continuarem promovendo farras de poder, no falarem em apertar o cinto dos cidadãos brasileiros e promoverem faraônicos jantares para os seus páreas fichas sujas, envolvendo deputados, ministros e senadores. 
Desta forma desrespeitando os verdadeiros cidadãos. Não atentaram ainda que com o mundo é diferente, por não aceitarem tapeações e trapaças. Observem conteúdo a seguir:

Pacto 'paraguaio'
Ø O fato novo da semana é a entrada do atual chanceler, José Serra, no debate econômico; em Goa, na Índia, ele meteu o bedelho onde não foi chamado e decretou a queda dos juros nesta semana, em que haverá reunião do Comitê de Política Monetária; mais do que isso, ele afirmou que o teto dos gastos públicos, única iniciativa de Henrique Meirelles na Fazenda, não basta para reativar a economia; “É preciso ter outras condições, inclusive de financiamento, abertura do comércio”, disse ele; como Serra nunca quis o Itamaraty e sempre desejou a Fazenda, imaginando poder repetir a trajetória de FHC com Itamar Franco, é hora de Meirelles, cuja gestão vem apresentando resultados sofríveis, começar a colocar as barbas de molho. Por> MM Souza.

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