segunda-feira, 9 de maio de 2016

Ser ou não ser...

Já que as questões políticas de Brasília se encontram mais ou menos definidas, daqui para frente voltar-me-ei para a realidade da região e principalmente para as questões político-administrativas do meu eixo, eixo do dia a dia. Melhor dizendo, sintonizado e focado na região correspondendo à micro região denominada Costa do Descobrimento, ‘terra que Cabral pisou ao aportar pela primeira vez em terras atualmente denominada como brasileiras’.
Por bem dizer, aqui na localidade aonde durmo e acordo todos os dias, como em qualquer outra parte desse país, as questões político-administrativas também possui os seus problemas, principalmente em se tratando da esperteza de alguns, os quais usam os seus respectivos cargos públicos em detrimento único dos assuntos correspondentes aos seus interesses próprios como e também dos seus chegados.  
A situação por aqui, município de Eunápolis (BA), ‘portão de entrada para Porto Seguro, via terrestre’ e consequentemente Costa do Descobrimento, por sua vez por um todo, às coligações se encontram como fogo de monturo em se tratando das mais acirradas disputas entre os grupos de lá e os de cá. Uma cidade com mais de 100 mil habitantes e como outra qualquer cidade brasileira comportando consequentemente intrínsecos problemas de gestão pública.
E assim sendo, o seu atualmente prefeito e por nunca ter sido político, um homem que nasceu o campo por sua vez e por não assumir a sua real condição enquanto ruralista e consequentemente se afinando com as suas raízes e no levar uma vida nababesca na condição de ‘urbanista’, vai levando e engambelando a todos os que se encontram a sua volta como se verdadeiramente o fosse.
Por outro lado, os outros que se dizem ser também cometem os seus pecados no utilizarem subterfúgios e no sentido único de se locupletarem através dos expedientes proporcionados pela não fiscalizada vida pública e assim sendo é como diz um chegado amigo, o eleitor é que nem ‘porcos’, chegada a hora e a sua época, basta tão somente bater a mandioca no cocho que ele vem’. O que querem dizer com isso? Eles falam de um ser que não é gente e como tal, nada produz e nada faz, é como se fosse uma ameba, servindo-os unicamente como uma coisa fosse, ‘melhor dizendo’, como se eleitor fosse, por naturalmente desconhecer o seu dever cívico de cidadão, no corresponder civicamente no ato de votar e preferencialmente possuidor do discernimento de votar no menos pior entre todos os postulantes.
Assim sendo e desta forma, por nos encontrarmos não a cavalo, mais diante de uma frota veloz de possantes veículos e nesse caso por faltar apenas poucos meses para as eleições municipais, é que nos voltaremos regionalmente para tais questões. Por> MM Souza

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