Como comandante em chefe
da tropa de choque pró-impedimento da continuidade da eleita presidente Dilma, pelo
comandante Marinho no fomentar a sua destituição, achando juntamente com o
chefe do complô vice-presidente Michel, o qual no achar que na primeira batalha
já tinha ganho a guerra como ocorrera com o ex-presidente Collor, se encontrava
a vontade no nomear conjuntamente com o vice ‘seu parceiro’ a troca nomeando os
novos ministros, quando e na verdade, mesmo sob impedimento que ainda ocorreu
de fato, o mesmo e na condição de vice, deveria manter a máquina funcionando
com todas as peças e nesse caso somente anunciando as suas respectivas trocas, na
última decisão, ou seja, a impedindo, e assim a considerando como carta fora do
baralho de fato.
Moral da história pousando
como vencedor de uma batalha, que ainda não houve, agora e com cara de tacho
diante da decisão de um dos últimos entrincheirados, deputado Waldir Maranhão substituto
do ‘meliante deposto’. Ficou a emissora dos Marinhos atônita e assim sendo
colocando o seu exército, exercito cujas metralhadoras são as línguas dos seus
comandados repórteres nas ruas e a caça dos já consagrados vitoriosos envolvendo
deputados, juristas e os cambaus e na tentativa mais uma vez de fazer a opinião
pública manipulável se voltar contra a constituição federal.
Desta forma a batalha
continuará em andamento e sem vitoriosos aparente de um lado e de outro e ainda
bem que até o presente momento, se encontram a utilizar apenas as metralhadoras representadas por suas respectivas línguas e cujas balas, ofendem mais não são ainda comparáveis a mortais e como gostariam aqueles que estão a fomentar tamanho desgastes a um país por inteiro. Por>
MM Souza.

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