segunda-feira, 16 de maio de 2016

Mulheres Guerreiras II

Joana D’arc, Maria Quitéria e Dilma
Maria Quitéria
Outra que e no seu ato de fé guerreira, fizera a sua parte enquanto cidadã foi Maria Quitéria de Jesus Medeiros. Natural do município de Feira de Santana (BA) e tendo como referência histórica o ano de 1792, no que e por seus ideais, suas convicções, foi Quitéria à primeira mulher a assentar praça numa unidade militar das Forças Armadas brasileira, como também fora a primeira mulher a entrar em combate na defesa do solo pátrio, isso decorria os idos anos de 1823.
Diante dos seus feitos na condição de militar e (no não ser reconhecida na condição de mulher), por na ocasião as forças armadas não aceitarem alistamentos de mulheres no seu quadro, a mesma não perdera perdera tempo, no que e após um transformismo, se alistara como homem.   
Em 1996 o Estado brasileiro atribuiu-lhe o título de patrona do quadro complementar do exército e na condição de oficial, em decorrência dos seus feitos assim como fora comparativamente a francesa Joana D'Arc.
No mês de março do mesmo ano e já no posto de cadete, recebeu Maria, por ordem do Conselho Interino da Província, uma espada e respectivos acessórios.
Finalmente, no dia 2 de julho de 1823, quando o "Exército Libertador" entrou em triunfo na cidade do Salvador, Maria Quitéria foi saudada e homenageada pela população em festa. O governo da Província dera-lhe o direito de portar oficialmente uma espada e na condição de Cadete, no envergar o uniforme de cor azul, com saiote pela mesma confeccionado, além do capacete com penacho e tudo.
No mesmo ano, o General Pedro Labatut, enviado por D. Pedro I para o comando geral da resistência, conferiu-lhe as honras de 1º Cadete. Na data correspondendo a 20 de agosto do mesmo não e na cidade do rio de Janeiro, foi recebida pelo Imperador em pessoa, que a condecorou com a Imperial ordem do Cruzeiro, no grau de Cavaleira.
Maria Quitéria casou-se com o lavrador Gabriel Pereira de Brito, seu antigo namorado, com quem teve uma filha, Luísa Maria da Conceição.
Viúva-retornou para Feira de Santana no ano de 1835, onde tentou receber a parte que lhe cabia na herança pelo falecimento do pai ocorrido no ano anterior e no desistir do inventário devido à morosidade da justiça, mudou-se com a filha para o Salvador, aonde veio falecer aos 61 anos de idade, quase cega e no anonimato. Por > MM Souza.

Nenhum comentário:

Postar um comentário