quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Como resolver problemas nas administrações públicas

 Muito simples, bastava para tanto mudarem a legislação quer seja no âmbito federal, estadual e principalmente na ponta final aonde os recursos públicos são triturados, diluídos e transformados em éter.
Nas questões relacionadas ao federal, até que e com todos os sacrifícios no que tange a ordenamentos administrativos, o básico e principalmente no correspondente a educação e saúde os recursos chova ou faça sol, são mandados e quanto as obras de infraestrutura, quando a dinheirama não cai diretamente nas contas das prefeituras, vem via governadorias estaduais. Só que e infelizmente, por conta de má gestões ou corrupções mesmo, recursos como até mesmo da merenda escolar, são derramados, "desviados" e por conta do ralo esvaindo-se como num toque de mágica, os quais transformados em éter, se evaporam.
No que e sem uma fiscalização efetiva, eficiente dos órgãos encarregados em controlar as prestações de contas, os quais e por sua vez deveriam ser transparentes e encaminhadas diretamente os seus resultados de suas respectivas aplicações, diretamente para as fontes de suas origens. Assim e não acontecendo, no frigir dos ovos e no quase sempre “caber recursos nos seus procedimentos” a miúde, vão tocando processos e procedimentos correspondentes se avolumam e assim sendo, a coisa não funciona tudo funcionando do jeito como sempre foi, ou seja; “como dantes nos quartéis dos senhores Abrantes da vida”.
Outras coisas que oportunamente gostaria de frisar, se trata do relacionado à competência dos eleitos e principalmente os prefeitos, no para que os mesmos sejam aprovados como candidatos, a única exigência entre outros procedimentos no tocante a  legislação atual exigido pelos TREs da vida, como e também o cidadão não sendo analfabeto a ponto de não saber assinar sequer o seu nome. Quando e na verdade deveriam esses portando diploma ou quiçá acumulando experiências comprovadas em setores administrativos da vida pública.
Assim sendo e agindo, ganharia o erário público e principalmente, os cidadãos. Por MM- Souza.

    

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