domingo, 31 de janeiro de 2016

Brincando com Fogo

Tentando nas "marolinhas"...
Lamentável e oportunamente que tenhamos que refrescar as memórias de alguns concidadãos, os quais como se vento tivessem  nas suas respectivas regiões cranianas e até mesmo chorume, substituídos por seus  respectivos miolos.
A história, para os que gostam de viajar pelo mundo literário contam assim; Em vez de sentar diante de uma televisão para ver as bobagens midiáticas promovidas pela Globo e outros tantos veículos da mídia nacional, os quais corporativamente sempre estiveram a serviço dos homens das casas grandes e cujos descendentes somente se interessam, com as coisas plantadas por seus ascendentes, os quais sempre relegaram perante os desmemoriados cidadãos unicamente as senzalas, chicotes e mourões, disponibilizados aos oprimidos e degredados e assim gerando daí parte ‘desses esquecidos’, por os mesmos não terem tido a oportunidade de frequentarem boas escolas, como ocorria até há pouco mais de uma década, oportunidade que somente os ‘filhinhos de papai’ eram que tinham o privilégio de estudarem em referenciadas instituições de ensino no estrangeiro.
Estão esses e a todo custo, tentando execrar a imagem de um revolucionário cidadão, o qual em pouco mais de uma década, colocou o país na condição de uma das referenciadas potências emergentes, classificada entre nações poderosas como China e Rússia, dentre outras. o Qual e por sua vez proporcionou a ida de milhares de estudantes pobres e da classe media estudarem lá fora. o qual democraticamente e sem nenhuma intervenção do poder central emanado pelo povo, no sentido de proteger da barra da justiça, A, B ou C. Ao passo que os descendentes das casas grandes, se aproveitaram para promoverem através dos seus festivais de besteróis mostrando para os menos afortunados, com os seus luxuosos cenários reproduzidos através das telinhas no reproduzirem pelas parabólicas instaladas por conta dos avanços das melhorias da qualidade de vida e cujos veículos as suas disposições, reproduzem somente coisas lindas e maravilhosas, mesmo que esteja faltando nas mesas de alguns, o pão de cada dia.
Assim sendo tentam prender ‘na marra’, após achincalharem a imagem de quem deveria ser enaltecido, (como o é reconhecido nos quatro cantos do universo), um cidadão que promoveu a acessibilidade da destruída classe média a qual e há poucos anos atrás, fora considerada como bons gastadores na terra do Tio San. Essa mesma classe média se encontra determinada a não dividir o pão, a qual e por convocação midiática, saem às suas janelas, janelas dos seus apês e a promoverem panelaços.

Assim sendo “se querem tocar fogo no país”, que toquem, porque eu já estou batendo em retirada para a beira do mar, com a intenção e por conta, comer uns peixinhos assados. Por> MM Souza.    

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