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| Meramente ilustrativa |
Diante de tantas incertezas econômicas mundiais, o Brasil também está pagando o seu preço e não adianta politicamente procurar culpados pelo fato da China, um dos países que em certos momentos e diante do seu gigantismo, ameaçou até mesmo passar a frente dos
Estados Unidos economicamente.
No que e no atual momento, se encontra com a sua economia em queda livre e assim sendo por se tratar de um dos investidores em países emergentes, principalmente nos continentes, Sul Americano (mormente o Brasil), via principalmente a agricultura, transformada em um dos maiores importadores no sistema como dite, como e também, muito tem investindo o país no continente africano, dentre outros também na Ásia. No que e daqui para frente estará a mesma navegando em patamares de incertezas.
Como o
Brasil ainda possui como o forte de suas exportações a cadeia alimentar, se destacando alguns setores e dentre os quais envolvendo
produtos originário da agropecuária, dentre grãos. Por falar nisso, de acordo
com os últimos dados da Conab, a produção brasileira de café safra 2016 deverá ficar entre
49,13 e 51,94 milhões de sacas do produto beneficiado. Se considerada a média
de produção (50,5 milhões), esta pode ser a segunda maior safra da história,
ficando atrás apenas da safra de 2002 (50,8 milhões). A previsão indica
acréscimo de 13,6% a 20,1% em relação à produção de 43,24 milhões de sacas
obtidas em 2015. Cada saca tem 60 quilos. Os dados foram divulgados no último
dia 20 pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
No que e
segundo o órgão este é um ano de alta bienalidade para o café. A característica
dessa cultura faz com que a planta obtenha melhores rendimentos em anos
alternados, especialmente o café arábica, independe de tratamento do solo ou de
outras ações tecnológicas.
Assim sendo,
esta primeira estimativa mostra crescimento de 17,8% a 24,4% na produção de
arábica, que abrange 76,5% do total de café produzido no país. Fonte > Agencia BB Brasil.

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