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| Um dos atrativos: Produto Brasil |
Parece
incrível mais se trata de uma incrível realidade, o Brasil está deixando de
explorar e muitas das vezes a desejar, em se tratando do seu no seu caminhar no
buscar de alternativos em se tratando da exploração profissional do turismo. Obviamente
que os atrativos são muitos, existindo o turismo ecológico, no explorar de uma indústria
chamada Amazônia, uma das mais ricas ido mundo em se tratando de eco, além de outros
tantos atrativos ainda por serem explorados. No melhor cuidar das suas belezas naturais
principalmente as mais procuradas, as existentes na sua vasta orla oceânica, as
quais se produzidas com sapiência, consequentemente arrastaria outros segmentos
ligados à prestação de serviços afinados.
Existindo
pequenos países nos mais variados continentes do mundo, os quais se sustentam através
das recitas advindas e alimentadas pelas indústrias consideradas “sem chaminés”.
E aí se pergunta; o que falta ao Brasil? O que na verdade falta são efetivas
ações desenvolvidas pelos alimentadores do segmento, os quais basicamente nada fazem
em se tratando de investimentos principalmente os voltados para a qualificação dos
profissionais, além de criarem mecanismos que fomentem as necessárias instalações
“industriais” do setor.
A
mão de obra, por exemplo, é o que mais deprecia o país em se tratando do segmento,
”vamos pegar esse povo e principalmente os desqualificados e qualifica-los”, os
quais por sua vez e no afã de buscarem o básico necessário as suas sustentabilidades
enquanto ser humano se voltando na condição de francos atiradores, para as suas
potenciais vítimas e no caso, “o turista”. E assim deveriam investir nos
nativos existentes nas orlas marítimas, os quais no buscarem dos seus respectivos
bons bocados, saem atirando para todos os lados, excepcionalmente nos períodos considerados
e reconhecidos como períodos de alta estação.
Assim
sendo e em tais períodos, tanto os turistas estrangeiros, quantos aos nacionais,
se submetem a verdadeiros martírios submetendo as ações de uns bandos, os quais
e na expressão da palavra, a grupos vistos como se e pelas suas práticas,
fossem famintos chacais, no obrigarem consumir produtos de péssima qualidade
existentes nos seus mosaicos composto por quinquilharias e assim sendo,
transformando a vida dos turistas obrigando-os a consumir o verdadeiro “samba
do crioulo doido” e como não bastasse ainda por cima, obrigando-os através das
suas praticas, entenderem que consumiram um produto da melhor qualidade sob marca
de uma indústria do setor chamada
Brasil.
Assim
sendo está na hora das pessoas responsáveis pelo setor revejam conceitos no provocar
aplicativos que faça diferenças, diferenciais, que provoquem e façam de fato de uma indústria reconhecida
como “sem chaminé”, crescer por aqui. Por: MM Souza.

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