sábado, 10 de janeiro de 2015

Turismo> Caminhos de ontem & caminhos de hoje

Um dos atrativos: Produto Brasil
Parece incrível mais se trata de uma incrível realidade, o Brasil está deixando de explorar e muitas das vezes a desejar, em se tratando do seu no seu caminhar no buscar de alternativos em se tratando da exploração profissional do turismo. Obviamente que os atrativos são muitos, existindo o turismo ecológico, no explorar de uma indústria chamada Amazônia, uma das mais ricas ido mundo em se tratando de eco, além de outros tantos atrativos ainda por serem explorados. No melhor cuidar das suas belezas naturais principalmente as mais procuradas, as existentes na sua vasta orla oceânica, as quais se produzidas com sapiência, consequentemente arrastaria outros segmentos ligados à prestação de serviços afinados.
Existindo pequenos países nos mais variados continentes do mundo, os quais se sustentam através das recitas advindas e alimentadas pelas indústrias consideradas “sem chaminés”. E aí se pergunta; o que falta ao Brasil? O que na verdade falta são efetivas ações desenvolvidas pelos alimentadores do segmento, os quais basicamente nada fazem em se tratando de investimentos principalmente os voltados para a qualificação dos profissionais, além de criarem mecanismos que fomentem as necessárias instalações “industriais” do setor.
A mão de obra, por exemplo, é o que mais deprecia o país em se tratando do segmento, ”vamos pegar esse povo e principalmente os desqualificados e qualifica-los”, os quais por sua vez e no afã de buscarem o básico necessário as suas sustentabilidades enquanto ser humano se voltando na condição de francos atiradores, para as suas potenciais vítimas e no caso, “o turista”. E assim deveriam investir nos nativos existentes nas orlas marítimas, os quais no buscarem dos seus respectivos bons bocados, saem atirando para todos os lados, excepcionalmente nos períodos considerados e reconhecidos como períodos de alta estação.
Assim sendo e em tais períodos, tanto os turistas estrangeiros, quantos aos nacionais, se submetem a verdadeiros martírios submetendo as ações de uns bandos, os quais e na expressão da palavra, a grupos vistos como se e pelas suas práticas, fossem famintos chacais, no obrigarem consumir produtos de péssima qualidade existentes nos seus mosaicos composto por quinquilharias e assim sendo, transformando a vida dos turistas obrigando-os a consumir o verdadeiro “samba do crioulo doido” e como não bastasse ainda por cima, obrigando-os através das suas praticas, entenderem que consumiram um produto da melhor qualidade sob marca de uma indústria do setor chamada 
Brasil.
Assim sendo está na hora das pessoas responsáveis pelo setor revejam conceitos no provocar aplicativos que faça diferenças, diferenciais, que provoquem e façam de fato de uma indústria reconhecida como “sem chaminé”, crescer por aqui. Por: MM Souza.     

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