sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Economia & Política> Cidadão e Cidadania


Existe no cotidiano do cidadão, quase sempre dois caminhos nas vidas das pessoas, aquele que você anda errado “pela contramão” e o que se destina ao caminho certo.   Que e para melhor entendimento da maioria somados nos seus caminhares, acabam convencendo, mesmo junto aos mais céticos, que mais adiante e no frigir dos ovos acabam se convencendo que de fato, optou pelo caminho certo.
Enfatizo assim a situação, ou prerrogativa como queiram, no sentido do entendimento relacionado a zoada política feita pela oposição partidária durante a batalha em que se tornou o último pleito eleitoral e no qual a presidente Dilma Rousseff , mais uma vez  se consolidara no poder central  do país com os votos da maioria do povo brasileiro.
Pois bem- Assim sendo, entre as muitas armas utilizadas nos palanques eletrônicos midiáticos, um fato chamou a atenção de alguns e se tratando da participação “ações do Brasil diplomática e financeiramente, envolvido na construção do porto de Mariel, na Ilha de Cuba”. Dai gerando um confronto meramente palaqueiro, provocado pelo senhor Aécio e a sua tropa de choque partidária. Diziam o mesmo oportunamente e como gancho forte dos seus discursos , naturalmente junto “aos menos esclarecidos” que o Brasil havia emprestado e até mesmo doado dinheiro para a sua construção do dito e polêmico porto.
Pois bem- Assim sendo, com a até então fomentação dos países componentes do novo ordenamento universal, envolvendo as duas maiores populações da terra, China e Índia e de quebra a Rússia, Brasil e África do Sul. Antes mesmo de amarrarem o compromisso selado em reunião entre os envolvidos, sem ainda um banco (o qual deverá surgir mais para afrente), coube ao Brasil através do BNDES o papel de financiar a obra.
Assim sendo o Brasil como maior nação do continente Latino coube o papel de representa-lo, representar um continente ávido de se livrar das amarras do FMI, amarras financeiras modelada pelos países que representam a o bloco europeu além dos Estados Unidos da América, o qual e com a formação, criação de um banco modelado pelos componentes do BRICS, no sentido de financiar o que no passado o FMI financiava a países desses continentes, especialmente América Latina e África, os americanos ficaram assustados e assim vendo uma cabeça de ponte comercial, sendo construída no seu quintal embora no sentido de facilitar o transito de  comércio entre o composto BRICS “via Cuba” e o que foi pior “no seu quintal”, o qual por sua vez num passado, gerara a conhecida 

Guerra Fria envolvendo Cuba e a antiga União Socialista Soviética, contra os representantes do Tio San, o qual e por sua vez, terminou por acordar, aliado ao fato de e desta feita, não se tratar de uma guerra fria e sim de uma guerra bastante aquecida, uma guerra que não mais necessitava de bombas atômicas, se tratava sim de uma guerra comercial .
Assim o despertando para uma saída e como não tinha outro jeito, teve a “águia”, que abrir o bico no piar, tentando a mesma e a partir de agora, chegar a Cuba no “paulatinamente” suspender o bloqueio comercial imposto a pequena ilha nos últimos 50 anos.
Assim e no piar da sua representativa águia “pela dor e não pelo amor” os americanos do norte realizam no decorrer dos próximos dias, a primeira histórica reunião com o povo de Fidel.  Por: MM Souza           


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