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| Ilustrativamente afrontado |
No referente ao exercitar da
cidadania, liberdade dentre as muitas variantes existe a básica que é o de ir e
vir. No caso e aonde quero chegar compreensivamente, é no referente à liberdade
de imprensa. Ouço e vejo no aproveitar-se de um trágico momento no tocante ao
episódio ocorrido na França, oportunidade que dois “destemperados” os quais
como muitos outros seguidores da violência, usam uma religião para esconder os
seus insanos atos contra indefesos cidadãos. Quando na verdade a própria
religião aonde esses usam no se esconderem as suas pessoais inverdades no
praticarem atos violentos em nome de uma profecia (uma religião). Quando e na
verdade são os mesmos repudiados quando praticam tais atos e em nome do seu messias-líder
criador da religião muçulmana.
Estou nas minhas colocações e no
relatar o trágico fato, por achar que a liberdade quando usada na sua plenitude
e sem preconceito ou dogma, além de pura muito contribui para o salutar bem
estar do cidadão além dos que se encontram à sua volta. Agora quando mal usado,
seja de que forma for aí sim passar ser um ator individual que mesmo em nome de
uma coletividade, se trata na verdade de um ato unicamente pessoal.
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| Ilustrativamente (foto Google) |
Para finalizar, gostaria de
enfatizar o oportunismo de algumas corporações midiáticas existentes na nossa
nação, encontrarem-se explorando tal momento no sentido de “palancar” discursos,
visando tirar proveito do momento para alavancar os seus discursos contra a
provável futura regulação da mídia interna, quando e na verdade parte da
sociedade, exige a regulação no respeitar os princípios básicos da liberdade de
expressão, para que fatos como o ocorrido na França causado em parte pela
talvez inexistência de uma regulação local e assim sendo, mesmo as vítimas sabedoras
que corriam riscos diante dos evidentes fatos, caso continuassem nos seus
cartuns evidenciando “depreciativamente”, para alguns como fatos absolutamente
normais, para outras culturas não e assim sendo terminando por provocar a ira
de amalucados, os quais em nome de uma religião praticam insanos atos.
E
assim, em parte quiçá pelo “excesso de liberdade” na expressão das suas
publicações, os levou para o buraco negro da solidão eterna.
Se pegos e por maior castigo que
os autores do atentado de Paris e no correspondente a punição dos implicados, será
muito pouco diante de tanta barbárie.


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