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| My Boy - guerreiro e referência dos bastidores da TV |
Moacir Fernandes - My Boy enquanto em vida, foi uma daquelas figuras que pontuou no seu ofício como “celebridade atuante na televisão brasileira”. Posso afirmar na condição de contemporâneo e como seu colega nas empresas as quais servimos havendo convivido com o próprio, no iniciarmos nos nossos oficios na atividade que abraçamos. Inicialmente na atualmente extinta Rede Tupi de Televisão, “considerada como a nossa e escola de muitos”. Oportunidade que pontuamos nas estradas da vida até chegarmos ao topo da mídia televisiva nacional, lotados na Central Globo de produções.
Por acidente ou por desencantos pessoais o nobre colega após um desastre em sua vida, permaneceu por 4 anos em como induzido e ainda enquanto funcionário da Rede Globo, vindo a falecer no ano 2016 e sendo enterrado sem destaque pela mídia que passara parte de sua vida como dedicado servidor.
Na verdade, Moacy Fernandes, iniciou na central de operações da Tupi no setor de engenharia operacional da dita há apenas uma semana posterior a minha admissão a empresa e com certeza muito “ralamos” lotados no setor de áudio, em cuja ocasião a programação de shows era levada ao ar na sua quase totalidade, ao vivo e portanto, as relações envolvendo as equipes em programas como, Flávio Cavalcante, J. Silvestre, Cidinha Campos, Bibi Ferreira, Os Trapalhões “Quartel do Barulho” e principalmente o Chacrinha eram cotidianas. A integração parcimoniosa era muito grande por se tratar de programas lideres de audiências nos seus respectivos horários. Década, inicio dos anos 70/90.
Na década anos 80, a Tupi
quase fechando as suas portas, parte da equipe dos considerados labutadores se
dispersaram, alguns bateram em retirada para São Paulo e outros foram parar na
ainda iniciante Rede Globo (RJ).
Ainda no plantel do Chacrinha, cujo programa seguiu para a capital paulistana, My Boy na condição de integrante de sua equipe também seguira adiante com o o "Velho Guerreiro" demissionário da Tupi. Passados uns poucos tempos, a equipe retorna ao Rio firmando contrato com a Globo e assim proporcionando o retorno de My Boy (cidadão carioca), no agregar valores a ascendente Globo e como na mesma já me encontrava no fazer parte da equipe disponibilizada pela engenharia operacional e musical da emissora, nos reencontramos como servidores da sua linha de shows envolvendo programações especiais e a diária.
Na época eu como integrando entre outros núcleos, servia lotado tecnicamente nas produções dos programas Viva o Gordo, Os Trapalhões, especiais musicais e também integrando a equipe musical do Fantástico (Núcleo de Augusto Cesar Vanucci) e cujo diretor, se tratava do inconfundível Nilton Travesso, envolvendo-me também em outros programas em outros núcleos na função de sonoplasta-mixador musical tendo como carro chefe o programa Os Trapalhões, dirigida pelo reconhecido Adriano Stauart.
Relato isso pelo fato da
lembrada me ater, além de lendária figura My Boy, seu contemporâneo e colega de
trabalho, o qual cotidianamente haver sido como os demais companheiros da
equipe, considerado quase um irmão e se aqui fosse relatar os acontecimentos de
bastidores envolvendo as nossas ações profissionais, daria um livro com muitas
paginas.
Pois é o referenciado homenageado não foi por acaso que se tornou notório alcançado por sua competência diante do oficio que abraçara. Emplacando My Boy o seu nome com diferencial, por haver passado por bons momentos de sua vida profissional com expoentes figuras da televisão brasileira, atuando junto as produções musicais de renomadas figuras como; Chacrinha, (seu padrinho de casamento), que após o seu falecimento, no seguir adiante, My Boy fizera parte por longos anos como integrante da equipe da Xuxa e Faustão, dentre outras atrações.
Para não alongar mais no assunto, fica aqui registrada a nossa homenagem, o nosso reconhecimento “em vida”, a tão competente e referenciado profissional.
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| Eterno Russo e Manoel Tavares |


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