segunda-feira, 27 de julho de 2020

Politicamente até quando os clâns

 Não faz muito tempo, apenas meses que se anunciou a chegada da pandemia virótica ao Brasil, ao passo que a pandemia política chegou por aqui faz tempo! Pois bem, misturado à virótica acontecendo no corrente ano fazendo mexer até com a constitucionalidade para; juntos e misturados, bagunçar o coreto no seguir adiante até o final do ano em curso, “período eleitoral”.

Como as duas coisas estão a caminharem de braços dados no virar tudo de ponta cabeça seguindo até o aproximar de Papai Noel na sua costumeira visita aos trópicos anos após anos e desta fita a sua passagem pela região, com certeza não vai ser diferente, só que de saco vazio.

Como se um arerê fosse, “procedimento correspondendo à linguagem afro” e olha que as carimbadas figuras políticas, as quais não largam o osso ano após ano, se anunciam como pres. A gente já imagina que não ocorrerá nada de novo no front daqui para frente, por se tratar os até aqui anunciados, de figuraças portadoras gramaticalmente dos promotores de chavões e palanqueiros discursos, se tratando dos efêmeros de sempre e ai dos que se anunciam candidatos sem se encontrarem com os tradicionais traquejos e as cartas nas mãos, principalmente os que se anunciam se encontrarem apresentando um projeto diferenciado-atualizado em conformidade com os tempos atuais. Ou seja; o antes e o pós Corona.

Somente para dar uma relembradinha, vamos passar o nosso drone político pelas redondezas, já que o raio de ação do invento, não permite alçar distantes voos. O qual por sua vez e no chegar nos periféricos localizados nos municípios da Costa do Descobrimento, os quais se observado urbanisticamente existe o antes e o pós Pintos, os quais se encontram fora do embate localmente, os quais já se encontram há anos encontrando-se tão somente a passear em torno dos seus respectivos galinheiros. Enquanto isso o galo “Baiano” já bastante amadurecido anda espiando e a a sondar frente a situação em que se encontra o atual gestor de Santa Cruz Cabrália Agnelo. O qual por sua vez, no surfar na onda, “pandemia dos Oliveiras” terminou por sagrar-se eleito na eleição passada e como inexiste traquejo político, por o local oferecer apenas marolinhas e sem panche no tocar a administração de sua gestão, corre o mesmo, risco de embolar cada vez mais em tempos de pandemia, com Corona e assim, correndo risco de perder a prefeitura local para o galo cercador e cantador de terreiro em solo baiano.

Em se tratando de Porto Seguro, não será diferente cujo município, encontra-se administrado no atual momento por a sua irmã Claudia Oliveira, a qual por sua vez, se tratando da esposa do atualmente prefeito do vizinho município Eunápolis.
Como observaram; saiu a dinastia “dos Pintos” e cujo bastão fora involuntariamente passado para a dinastia Oliveira e cujos municípios a começar por Porto Seguro, deriva no buscar de uma candidata (o) sério comprometido com os interesses sociais e administrativos do referenciado município. Aliás, até agora os nomes anunciados, não passam de meros caroneiros, os quais se encontram no frigir dos ovos como sempre, à espeita e em eternos plantões nas esquinas da vida política, encastelados desse submundo. E aí vem as carimbadas figuras, incluindo os Pintos correndo por fora como se “azarões” fossem em se tratando de um páreo de animalesca corrida.

Finalmente e para completar o assunto por hoje, o patriarca Robério Oliveira no surfar nas marolas do Rio do Peixe, encontra-se tentando se livrar das encrencas pelo mesmo buscadas nas raias da justiça anda por aí se anunciando candidato a reeleição pela enésima vez caso não possa sair candidato, encontra-se no atual momento, enfrentando dificuldade para indicar seu substituto herdeiro. Por > MM Souza.        

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