Não faz muito tempo,
apenas meses que se anunciou a chegada da pandemia virótica ao Brasil, ao passo
que a pandemia política chegou por aqui faz tempo! Pois bem, misturado à
virótica acontecendo no corrente ano fazendo mexer até com a
constitucionalidade para; juntos e misturados, bagunçar o coreto no seguir
adiante até o final do ano em curso, “período eleitoral”.
Como as duas coisas estão
a caminharem de braços dados no virar tudo de ponta cabeça seguindo até o
aproximar de Papai Noel na sua costumeira visita aos trópicos anos após anos e
desta fita a sua passagem pela região, com certeza não vai ser diferente, só
que de saco vazio.
Como se um arerê fosse,
“procedimento correspondendo à linguagem afro” e olha que as carimbadas figuras
políticas, as quais não largam o osso ano após ano, se anunciam como pres. A
gente já imagina que não ocorrerá nada de novo no front daqui para frente, por
se tratar os até aqui anunciados, de figuraças portadoras gramaticalmente dos
promotores de chavões e palanqueiros discursos, se tratando dos efêmeros de sempre
e ai dos que se anunciam candidatos sem se encontrarem com os tradicionais traquejos
e as cartas nas mãos, principalmente os que se anunciam se encontrarem
apresentando um projeto diferenciado-atualizado em conformidade com os tempos
atuais. Ou seja; o antes e o pós Corona.
Somente para dar uma
relembradinha, vamos passar o nosso drone político pelas redondezas, já que o
raio de ação do invento, não permite alçar distantes voos. O qual por sua vez e
no chegar nos periféricos localizados nos municípios da Costa do Descobrimento,
os quais se observado urbanisticamente existe o antes e o pós Pintos, os quais
se encontram fora do embate localmente, os quais já se encontram há anos encontrando-se
tão somente a passear em torno dos seus respectivos galinheiros. Enquanto isso o
galo “Baiano” já bastante amadurecido anda espiando e a a sondar frente a
situação em que se encontra o atual gestor de Santa Cruz Cabrália Agnelo. O
qual por sua vez, no surfar na onda, “pandemia dos Oliveiras” terminou por
sagrar-se eleito na eleição passada e como inexiste traquejo político, por o
local oferecer apenas marolinhas e sem panche no tocar a administração de sua
gestão, corre o mesmo, risco de embolar cada vez mais em tempos de pandemia, com
Corona e assim, correndo risco de perder a prefeitura local para o galo
cercador e cantador de terreiro em solo baiano.
Em se tratando de Porto
Seguro, não será diferente cujo município, encontra-se administrado no atual
momento por a sua irmã Claudia Oliveira, a qual por sua vez, se tratando da
esposa do atualmente prefeito do vizinho município Eunápolis.
Como observaram; saiu a
dinastia “dos Pintos” e cujo bastão fora involuntariamente passado para a
dinastia Oliveira e cujos municípios a começar por Porto Seguro, deriva no
buscar de uma candidata (o) sério comprometido com os interesses sociais e
administrativos do referenciado município. Aliás, até agora os nomes
anunciados, não passam de meros caroneiros, os quais se encontram no frigir dos
ovos como sempre, à espeita e em eternos plantões nas esquinas da vida política,
encastelados desse submundo. E aí vem as carimbadas figuras, incluindo os
Pintos correndo por fora como se “azarões” fossem em se tratando de um páreo de
animalesca corrida.
Finalmente e para
completar o assunto por hoje, o patriarca Robério Oliveira no surfar nas
marolas do Rio do Peixe, encontra-se tentando se livrar das encrencas pelo mesmo
buscadas nas raias da justiça anda por aí se anunciando candidato a reeleição
pela enésima vez caso não possa sair candidato, encontra-se no atual momento, enfrentando
dificuldade para indicar seu substituto herdeiro. Por > MM Souza.
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