quinta-feira, 4 de junho de 2020

Politicamente Falando

Não estou nem aí....
Em tempos de Corona sugerindo um novo ordenamento comportamental mundial, aonde os excessos já não são mais toleráveis, nós do lado de cá do oceano atlântico também já não mais suportamos as intolerâncias procedidas por dirigentes “acidentalmente” levados ao poder central da nação. Assim sendo e diante de um estado de coisas antidemocráticas que ocorrem por aqui, aqui também gritamos; CHEGA! Chega de intolerantes, chega de “cidadãos” não afinados com os anseios da maioria da população não votantes, os quais "por suas razões", não comparecem as urnas, mesmo sabedores da existência de um sistema cujo voto no país “ainda é obrigatório”.

Assim sendo, diante de um quadro negro e onde nada se enxerga, nem mesmo uma lamparina no final do túnel, quer seja, em se tratando de economia, vida social ou política dos seus cidadãos. É desta forma e sem planejamento algum, que nada se encontra sendo construído para o futuro dos seus filhos, nem mesmo no tocante aos pilares da educação e politicamente para a vigência continuada da democracia, mola mestra e propulsora, quando planejada e construída em solidas bases.

Infelizmente não é isso o que se enxerga nesse país, o qual por sua vez, deveria ser alvissareiro e as suas portas abertas para todos e não como se encontra no atual momento, fechando portas e janelas até para fidelizados parceiros, alimentadores através das suas ações, suas necessidades, seus atos e consolidando parcerias, sendo execrados pelos inimigos internos da nação. “Infelizmente, dessa ou daquela forma fora considerado eleito”. E mais parecendo no atual momento nos encontrarmos sendo potencialmente desorientados funcionais, diante dos procedimentos descoordenadas ações procedentes do interior de uma casa ocupada e administrada por pessoas clinicamente portadoras de disfunções mentais.

Oportunidade que nada, absolutamente nada se encontra sendo construído no direcionar o país, para um portal despontador de ações direcionadas para um promissor futuro e tendo como beneficiários os seus varonis filhos, encontrando-se o país sendo conduzido sem qualquer planejamento e assim sendo mal alicerçado no tocante ao futuro das seguidamente futuras gerações. Por MM Souza.

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