domingo, 21 de junho de 2020

Pandemia política no país

"Final de festa?"

Como se uma virose epidêmica fosse, o país politicamente partindo dos modos operantes promovido contra o PT-Partido dos Trabalhadores em 2018 perpetrado contra a sua constitucionalmente eleita e empossada como recomendada as promulgadas e reconhecidas leis federativas contidas na constituição federativa. Oportunidade que a “reservada” direitona, com pressa em tomar de qualquer jeito o poder impacientemente, fez tudo não recomendado para obediências democráticas constitucionalmente reconhecidas no país, a qual até e então fora tão somente usada para o engrandecimento socialmente do país no mundo contemporâneo e em todos sentidos falando.

Removida do poder e desmontada pelo “empossado”, seu vice mancomunado por uma vil Câmara, o qual e pela sua comprovada venalidade, fora preso e condenado. Empossado o seu vice (Michel Temer, ligado a outra coligação partidária (PMDB), fora a presidenta Dilma Rousseff afastada cujos procedimentos até os dias atuais, fosse encontrado um bom motivo para afastá-la. “foi golpe mesmo” e ainda tem mais, afastada pelo fato da presidenta “gostar de dar umas pedaladas nas cercanias palacianas”, naturalmente e enquanto cidadã, no fugir da sua rotineira vida do dia a dia como qualquer outro cidadão que não opta por vida sedentária.

Assim e desta forma os sedentários do baixo clero, prepararam o golpe e numa rasteirada no contar com o apoio de um dúbio e comprometido Congresso Nacional, sem maiores motivos que motivasse o seu afastamento “tanto é que até os dias atuais, nada no decorrer das suas ações enquanto presidenta”, que provocasse constitucionalmente o seu afastamento.

Nesse caso, os impacientes não esperaram o complemento do seu mandato resolvendo inconstitucionalmente apressar as coisas e assim, numa simples cochilada quando o poeirão provocado pela rasteiradas, lá estava um corpo caído no chão semimorto representado pela legalmente representante do seu povo, eleita  presidente Dilma Rousseff.

No seguir o poeirão da carruagem, passaram o bastão para o desconhecido, que ficara 30 anos mamando nas tetas do governo e sem nada de importante na condição de deputado eleito “corporativamente” haver colocado nas normais discussões no representar os interesses maiores do país. Pertencente ao baixo clero, considerado “eminencia parda”, eleito presidente que fora após turbulentas politicamente e econômica pairando sobre o país, “oportunamente” fora eleito Jair Bolsonaro e consagrado como celebridade se tornando presidente do Brasil.

Assim e para o desgaste do país o COVID-19 não fosse suficiente, para os seus doentios e valentes seguidores, espalhados inflamados grupinhos, no reforçarem os seus oportunos momentos, tornaram-se valentes e mais parecendo um bando de loucos, como se uma mantilha de lobos fossem na obediência e “comando” de um chefe maior. Por mm-Souza.

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