sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Profético ou não nem mesmo o Papa está mais aguentando o intempestivo universo

Cansado de tantas intrigas e apartamentos de brigas universalmente, o sumo pontífice se encontra perto de jogar a toalha...  

O ex-diretor de relações públicas do arcebispo de Westminster, jornalista Austen Ivereigh Murphy-O'Connor, prevê a renúncia do papa Francisco no decorrer do próximo ano “no cumprir a sua promessa". Caso a renúncia se dê em 2020, a saída do papa Francisco poderia ser o "cumprimento de uma profecia" feita 880 anos atrás pelo arcebispo São Malaquias SputnikJornalista Austen Ivereigh, ex-diretor de relações públicas do arcebispo de Westminster, o cardial Murphy-O'Connor, prevê a renúncia em "cumprimento de sua promessa".

"Ele [papa Francisco] desde o inicio de sua missão deixou claro que considerava a ação do papa Bento XVI como um ato profético de grande modéstia e que ele não teria problema nenhum em fazer o mesmo no renunciar o pontificado" declarou Austen Ivereigh no ano 2013.

Assim sendo prevê Ivereigh acreditar que a renúncia do papa se dará no ano que vem e disse ainda: "Eu não acho que tenha havido qualquer dúvida de que ele vai renunciar em 2020", declarou o ex-funcionário da Igreja.
Numa viagem da Irlanda a Roma em 1139 para prestar contas de seus serviços, Malaquias disse ter tido uma visão que incluía os nomes dos futuros 112 líderes da Igreja Católica.

Em referência ao 112º papa, São Malaquias teria feito alusão ao fim do mundo por perseguição da Santa Igreja Romana e assim reinará Pedro, o Romano, que irá alimentar seu rebanho em meio de muitas tribulações, depois da destruição das sete colinas o mundo será destruído e o terrível Juiz julgará as pessoas. O Fim", teria dito o religioso em sua profecia.

Ressaltando ainda que o pai do papa Francisco se chamava Pedro e era italiano.
Ainda de acordo com Austen Ivereigh, ex-diretor de relações públicas do arcebispo de Westminster, cardial Murphy-O'Connor, o papa não se preocupa com a duração de seu papado.
Ressaltando ainda o ex-funcionário da Igreja baseando-se na avançada idade de Francisco. Acreditando ainda que o religioso renunciará no ano de 2020 aos 79 anos.
Por outro lado, a dita profecia de São Malaquias tem sido alvo de polêmica. A previsão do religioso veio à tona somente em “1595 por obra do monge beneditino Arnold de Wyon”.

Tornando-se polêmico o anúncio em conformidade com a mídia, que a dita profecia mostrou exatidão em relação aos papas até 1590. Contudo, em relação aos papas posteriores, existe falta de precisão, que indica que pode ter sido uma falácia, no relacionado a Francisco.  


Bolsonaro "o novo profeta" da fé Cristã.

Fundamentalistas modelados nos princípios bíblicos localmente no confundirem apologias, dogmas ou pudor, levaram o país para um “canto” do mundo, país que caminha nessa cruzada, cruzada das igrejas tidas como evangélicas, ou cristãs “como queiram” as quais possuem como fundamento, o modelado nos princípios “revoltados” de Lutero, o qual por sua vez, voltara-se para princípios até então de uma igreja católica carcomida que naquele momento não repassava ser tão puritana, mesmo praticamente sendo a única soberana no repasse e domínio das palavras fundamentadas na fé cristã em conformidade com o escrito na Bíblia do Lutero, em conformidade com a sua visão. O qual e mesmo sabedor que ninguém, ou religião alguma ousava desafiar procedimentos diferenciados. Assim sendo conseguiu Lutero através dos seus princípios doutrinários, reverter procedimentos nas praticas da doutrinação e forma de enxergar as palavras de forma modelada originalmente.

Assim sendo, de lá para cá não haver tantas mudanças contemporaneamente e surgindo daí, inúmeras religiões baseadas nos seus fundamentalismos e unicamente por conta de interpretações proferidas por segmentados “teólogos” e espertos pastores. Assim criou-se um mosaico de derivadas religiões viradas de ponta cabeça e confundindo tudo.

Por aqui num país construiu-se muitas derivadas vertentes, as quais mais parecem procedimentos por ocasião da construção da torre de Babel reencarnada nas versões para os tempos atuais. E assim cada segmento no ler o mesmo conteúdo, procede “interpretativamente” ao seu bel prazer e em conformidade com as suas conveniências, desta forma dando margem ao surgimento dos falsos profetas, denominados “pastores”, os quais espertamente no usarem os seus dons, ludibriam  “chipada” inoculada nos incautos e “pobres” cristãos, na sua grande maioria, sectários, os quais cegamente seguem  completamente dominados  os seus demônios descendentes da tribo de Iscariotes  sobreviventes até então e desde os tempos que Jesus Cristo pisava na terra.
Entre erros e pecados nos tempos atuais surgem elementos, que no confundirem alho por bugalho, se arvoram junto às bases dos poderes político administrativos do país, levando o país ao estágio em que se encontra, um país cercado por Feiks Bolsonaristas, atualmente reconhecidos como digitalizadora da Babel atual.

Levando ao poder central, o seu novo “Messias”, comprovadamente através dos seus  gestos, seus atos enquanto presidente consegue dominar aqueles que falsamente profetizam a fé cristã. Conseguindo através das suas artimanhas repassadas por seus seguidores, conseguem revirar o país de ponta cabeça no mobilizar igrejas e pastores, como se um bando de celerados fossem e assim se dizendo evangélicos consegue mobilizar multidões no enaltecer o seu “Messias”, messias da era digital. E o que é pior; mesmo sabedores tratar-se de um fascista no apoiarem suas ideias, suas apologias, assim como o fizera Mussolini nas suas fidelizadas colagens com o terror dos anos quarenta Hitler, o qual levara ao holocausto  milhares que resolveram contraria-los. Por: > MM Souza.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

IPHAN um órgão Ante progresso


Criado no ano 1936 e inserido na Constituição Federal como um órgão a serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional o IPHAN, primeira denominação do órgão federal de proteção ao patrimônio cultural brasileiro, atualmente Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Começando funcionar em 1936, incorporado ao Ministro da Educação e Saúde Pública:

Foi o mesmo consolidado oficialmente no ano seguinte com a promulgação, em 13 de janeiro de 1937. Em conformidade com a Lei nº. 378. A partir dai sendo integrado à estrutura do Ministério da Educação e Saúde na categoria de Instituições de Educação Extraescolar dos Serviços relativos à Educação.

Os objetivos fora definido como um órgão a serviço  conforme estipulado no artigo 46 da Lei, no qual se afirmava: “fica criado o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, com a finalidade de promover, em todo o País e de modo permanente, o tombamento, a conservação, o enriquecimento e o conhecimento do patrimônio histórico e artístico nacional” .

Cujo órgão com funções definidas na condição de protetor além preservador do patrimônio histórico, hoje defasado e usado politicamente, somente serve como cabide de emprego a serviço dos políticos e que não funciona a plena velocidade dos novos tempos e desta forma, travam através de coisinhas miúdas absurdamente manipuladas por servidores, os quais “sossegadamente”, nada fazem no desenvolver ações visando a modernização do país, cujos servidos montados numa plataforma cujas leis correspondentes somente contribui para mantê-los nas suas respectivas ocupações.
Entende-se, a necessidade e existência do referido órgão porém e absurdamente funciona como trava do progresso, no analisar com excessos de critérios técnicos e burocracias qualquer edificação em áreas pelos mesmos entendidas como de preservação se pegando muito e “muitas das vezes" agindo nas suas conveniências”, envolvendo situações perfeitamente resolvível.

Desta forma e no atrapalhar o progresso da nação, o IPHAN, poderia se modernizar no relacionado as suas funções, ao se integrar as modernidades e desta forma facilitando a concessão de edificações, as quais ’torpemente interpretadas’ somente atrapalham o crescimento sustentável e progresso do país. Por MM Souza.     

domingo, 8 de dezembro de 2019

Messias ou miliciano?

Digamos que para segmentos evangélicos MESSIAS e para outros cidadãos, miliciano mesmo...
Ilustração Arquivo
Desta forma em conformidade com os seus destemperos passados apenas alguns meses a frente das rédeas palacianas o mesmo na condição de deputado “tipo eminência parda”, de uma noite para um dia, se transformar num polêmico cidadão condicionando a sua campanha na condição de presidenciável ao denotar falta de respeito as mulheres, ojeriza a homo fóbicos aos pobres e os cambaus, sinalizando como mote de campanha, a disseminação do ódio no demonizar os seus principais adversários políticos. O nome do polêmico cidadão é Jair Bolsonaro. Homem preparado militarmente para a guerra ostentando como discurso na sua afiada língua apologia as armas.

Passou o mesmo parte de sua vida treinando somente tiro e cujos alvos terminou por ser considerado em vez de bonecos, humanos mesmo. O qual e na condição de “alisador de canhão”, passou parte de sua vida se preparando para uma guerra que jamais viria e como se isso não bastasse na sua patente de capitão, percebendo soldos maiores que salário mínimo reservado unicamente aos verdadeiros trabalhadores.

Assim sendo e por não fazer parte do histórico do país, se tratando de uma nação não beligerante, resolveu o mesmo como mote de  sua campanha política apelar como soluções final, o uso da arma de fogo. E desta forma segmentos evangélicos cegamente e na sua grande maioria, carimbaram os seus respectivos votos no “homem das armas”. Mesmo sabedores se encontrarem contrariando a doutrinação divina. No que não se entende como cidadãos que se dizem pessoas tidas como "bons Samaritanos", por tanto imbuídos de bom senso, bom coração e no demonizar o seu principal adversário político, alastrara como discurso, campanha nutrido ódio. E assim, terminaram o elegendo. Mesmo sabedores do seu perfil condicionalmente defensor da existência de um poder paralelo denominado milicianos.

Cercado por 'caserneiros' militares, pelo mesmo indicados para importantes vigilâncias espalhadas no seu “imaginário quartel” , atuam nas suas designadas ocupações na condição de como se uma guarda pretoriana fosse. 
Desta forma o homem se consolida no poder mandando, desmandando e ainda, através do seu twiter, sua língua, manda bala na direção dos seus potenciais adversários não ajustados com a sua forma de governar.  Por > MM Souza.    

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

PARAISÓPOLIS - Socialmente Discriminados Excluídos e Esquecidos

Ilustração arquivos Google
O significado maior da palavra Paraisópolis seria paraíso, quando e na verdade, significa inferno cotidiano para milhares de famílias, as quais criam os seus filhos com muita dificuldade e mesmo assim, não deixam de ser amados como cidadãos e seres humanos.
Amados por pais, amigos, vizinhos e rejeitados por feitores e camadas sociais abastecidas nas suas linhas de conforto, sempre moradores de abastecidos bairros da grande, que deveria ser grandiosa e não simplesmente “grande” São Paulo. Digo; grande no seu tamanho e nos seus segmentados problemas referentes a ordenamentos e sustentações sociais.

Considerada uma das maiores concentrações humanas, a grande São Paulo, conta com Paraisópolis, "uma das maiores favelas do país", contando com uma juventude, na sua grande maioria, filhos de pais desempregados ou subempregados e consequentemente, lhes faltando até mesmo o básico da alimentação cotidiana, e desta forma, trazendo no seu bojo interminável lista de problemas incluindo; grande evasão escolar além de hábitos de lazer e simplesmente por falta de investimentos dos poderes constituídos. Cujos poderes teimam considera-los como cidadãos não produtivos e assim sendo, pouco ou nada investem na ocupação desses jovens, os quais e como lazer, aproveitam becos e vielas no divagarem na alimentação dos seus sonhos enquanto cidadãos.

Parte desses jovens por faltarem nos seus bolsos o mínimo, aproveitam os finais de semana reunidos em terreiros de terra batida e improvisados espaços aonde possa se interagirem no falarem as mesmas línguas. Linguagens usuais entre jovens abandonados pelo sistema e pela pátria mãe, esquecidos que são pelos poderes constituídos, sobrando para os mesmo nos finais de semana, apenas divertimentos de baixa qualidade, em improvisados palcos armados 'becos e terrenos baldios' existentes nos arredores das suas comunidades.

Assim sendo a excluída juventude vão encontrando os seus descaminhos no transitarem pelas desprotegidas estradas da vida. Por> MM Souza