

O bairro propriamente dito, mudou até de nome “Frei Calixto”, cresceu mesmo desordenadamente por sua criação haver sido fruto de uma quase invasão, por na época o prefeito ‘mineiro’ mais conhecido por Baiano, espertamente e no sentido de fazer do local o seu curral eleitoral, foi desta forma e no promover doação além dos lotes, também ainda ajudando na construção promovendo doações do material entre tijolos, blocos e Eternit dentre outras coisas utilizadas pela construção civil.
Sem
maiores opções os seus moradores na sua grande maioria originários da região,
especialmente nativos recrutados nas fazendas de cacau, devastadas pela
Vassoura de Bruxa no deixar muita gente desempregada.
"Sem opção eira e nem beira", um foi puxando o outro envolvendo parentes e vizinhos, trazidos para cá e na inexistência de infraestrutura comercial, foi surgindo inicialmente no ‘Largo da Caixa D’água um discreto comércio, o qual através de puxadinhos e puxadinhos foi crescendo.
Atualmente com o crescimento dos bairros no seu entorno, foram surgindo pequenos pontos comerciais e desta forma com o seu crescimento hoje proporciona aos seus moradores os serviços essenciais básicos envolvendo lojas de roupas,
supermercados farmácias e coisas e tais.
Em contrapartida a feira não mudou praticamente nada de lá para cá continuando até os dias
atuais higienicamente imperfeita. Realizada aos domingos, a mesma em sua extensão localizada numa extensa rua e a incomodar moradores.
No produzir esse conteúdo indicado pelos próprios feirantes, chegamos a
construção de um galpão construído pela prefeitura, o qual seria disponibilizando para a concentração de produtos certificados principalmente carenes e derivados incluindo açougues dentre outros produtos que exige higiene abisso luta, além da vigilância sanitária permanente. E para a nossa surpresa, lá estava um elefante branco utilizado para discursos políticos perante a comunidade local, segundo palavras de alguns revoltados moradores cansados de esperarem por quase dois anos a finalização da bendita obra. Nada existindo no local exceto utilização para improvisado estacionamento, além de reuniões de cachaceiros e noia dos. Por> MM Souza.


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