sábado, 6 de abril de 2019

Era dos coturnos

Jornalisticamente na condição de sobrevivente dos tempos das botas, posso afirmar que:
Estamos nos dias atuais no seguir por outros viés, se visto pelo lado das quarteladas diante de uma catástrofe institucional. Desta forma entendido, pelo fato dos midiáticos e lunáticos, haverem elegido um desconstrutor, um desconstrutor de tudo que vinha sendo tentando em se tratando de administração pública. A qual, além de respaldada por acima de 80% de aprovação no final do Governo (PT) Lula, cujo povo apesar dos muitos centenários da abolição da escravidão, no último pleito no entanto, resolvera colocar no poder um fakie respaldando-o nas urnas e cujos eleitores, agiram como se a lei Áurea não tivesse existido e mais parecendo no se postarem 'de joelho' diante de um projeto do nada. Infelizmente 'pelo ao menos é o que fora apresentado até o presente', um povo que mais parece não haver sido libertados pela Princesa Izabel entre confusos, canfusos e malucos.  Portanto se ajoelharam contemporaneamente diante dos filhotes  dos donos das casas grandes do presente.   
Desta forma e racionalmente pensando, é que chega-se a tal conclusão, os quais elegeram  um irracional presidente, o qual de uma noite para um dia, no desconsiderar 45 milhões de eleitores não afinados com os seus projetos,"se é que existem alem das "entregas de mãos beijadas". Sem princípios e sem propósitos, os seus modos operandis é que fala mais alto, no processar formatos radicais, como novo modelo e cujo país na sua caminhada de independência vinha se fazendo respeitar pela maioria dos povos existentes nas mais diversas regiões do mundo e cujas nações, havia se colocado através dos positivos resultados administrativos, se fazendo respeitar ao se enquadrar entre as grandes nações, se classificando e mesmo na condição de emergente, como a sexta maior economia do planeta.

Hoje o que se observa é; um país a caminho para o esfacelamento público e fraco diante dos considerados poderosos, no postar-se como “pau mandado” dos seus títeres e mais lembrando os tenebrosos tempos dos coturnos.        

Assim sendo, colocaram um 'destemperado' no poder 'não importando se com; ou sem mentiras, coloca um país por inteiro de joelho, mesmo com uma população superior a duzentos milhões de almas, na sua grande maioria 'almas penadas', ou apenas; como queiram. Construíra o mesmo uma plataforma no interior de um quartel no se auto proteger cercando-se não por patriotas e sim por caserneiros do passado hierarquicamente superiores, porém ajustados com os seus interesses pessoais. E desta forma deixando uma população; além de refém, aprisionada num grande quartel construído no entorno dessa que deveria ser  ou se fazer respeitar como grande nação. Por> MM Souza.        

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