terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Demônios do mundo soltos no Brasil também



Politicamente o Brasil não possui ao longo de sua história muitas coisas para serem positivamente contadas em se tratando dessa Saara, infelizmente. Desde os tempos de Cabral, que o país não acerta o passo em se tratando do assunto.
Contam historiadores, apenas poucos  uns bem informados e outros nem tanto; que a velharia caminharam politicamente em detrimento de interesses escusos e pessoais desde os velhos tempos, tempos do império, impérios que privilegiava os que se curvavam diante da corte. Estes sim recebiam muitas porções de terras como resultante da subserviência, no defenderem os seus bons bocados, foram terras ricas na face e no sub solo. 

Foi assim e desta forma que nasceram sob os braços das oligarquias, envolvendo maçons dando na sutilidade cartas aos coronéis do mato e oportunistas em eternos plantões nas esquinas e nos subterfúgios palacianos.

Ficaram esses, poderosos fundando bancos próprios utilizados nas suas transações comerciais, mesmo que explorando braços dos escravos no "brigarem com a libertária princesa Izabel. Infelizmente a maioria dos historiadores esqueceram de contar as dificuldades que a Princesa Isabel tivera nos seus atos libertários.

E assim a coisa foi se modelando, os dinheiros aferidos ao mercado tinham destinos certos, concentrados que sempre fora, nas mãos de poucos; os quais e sob variados títulos e brasões, foram se completando e concentrando as economias e riquezas do país no exercitarem grandes influências nas decisões políticas e nas vidas dos seus cidadãos. Como não bastasse, além das muitas porções de terras ofertadas fora esse tipo de gente, se disseminando e se consolidando como forças politicas nas regiões onde atuavam e desta forma, as oligarquias fatiadas e subdivididas ganharam títulos, ou seja; titulo de coronéis ‘do mato’, e terras no procederem a ferro e fogo as sua atitudes mercantilistas  vivenciando as suas respectivas vidas em detrimento unicamente de interesses pessoais e dos seus chegados.

Pois bem -Assim em termos comparativos com os dias atuais, nunca foi diferente, apenas giraram na roda do tempo, adequando os seus modos operantes mudando de nomes e conceituações. “Biblicamente falando” os descendentes de Barrabás e de Judas se disseminaram e se espalharam pelo mundo e o Brasil, não foi uma exceção, não ficando de fora. Aliás, muito pelo contrário, aqui foram essas figuras se disseminando e nos dias de hoje, muitas das vezes, através do império das leis dos tempos atuais continuam mandando e desmandando num país corporativo com ranços oligarcas.

No frigir dos ovos e como a carta de alforria promulgada nos velhos moldes do passado e as constituições, promulgadas ao longo da caminhada do país através dos tempos, continua o mesmo caminhando pelo viés envolvendo atualizadas. Ou seja; as estradas continuam sendo caminhadas por outra entrelinhas, sendo praticadas como nos velhos tempos. Por > MM Souza.             

Tarifa Porto Seguro > Point de Pescadores Nativos e Turistas



O nome dele é Novenal Bomfim, nascido em Eunápolis, município vizinho de Porto Seguro, ainda nos bons tempos do cacau. No entanto foi em Porto Seguro que aos se instalar comercialmente fez a sua estrada. No novo endereço, construiu família e atualmente ainda com cara de ‘vovô garoto’, possui um casal de filhos e 2 netos.

Se desejar conhecer o novo Point de Porto, dê uma passadinha na barraca do Novenal localizada na Tarifa, foz do histórico Rio Buranhén no seu encontro com o mar. O local é frequentado por gente nativa, principalmente por pescadores, ‘por se encontrar a mesma localizada na foz do famoso rio. Local tido também como estacionamento de barcos de pescas, escunas, veleiros etc. funcionando também como entreposto de pescados.

O cidadão novenal de boa com cliente
Se desejar passar num lugar de gente com hábitos nativistas, apreciar uma bela vista degustando uma boa moqueca ou provar do melhor camarão empanado de Porto, além de sonoramente apreciar um fantástico por do sol ao som de uma seleção musical MPB de qualidade abraçado com uma cervejinha gelada, é esse o lugar; bata ponto na Tarifa. A barraca fica localizada na Praça da Casa da Lenha, ao lado do cais; Visualize o por do sol mais belo de Porto Seguro. E boa sorte! Por. MM Souza.

domingo, 9 de dezembro de 2018

Sonegação fiscal de propinagem

Presidente eleito em família
Pesquisas realizadas pela credenciada página Brasil247 revela junto aos seus milhões de acesos que para 79% que responderam à pesquisa, a versão do empréstimo contada por Bolsonaro "não faz sentido" e Fabricio Queiroz "era o caixa da família". Outros 12%, no entanto, avaliam que o presidente eleito merece crédito de confiança e que a versão pode ser verdadeira. Já para 9%, mesmo que o empréstimo fosse verdade, ele deveria ter sido declarado no IR.
"Uma pessoa que movimentou mais de um milhão na conta não precisaria pedir emprestado 40 mil", observa Ozéas Luiz Mainenti Simões, que votou com os 70%. Claudia B, que também não acredita na versão de Bolsonaro, faz ainda uma provocação ao futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro: "Cada dia fica mais claro, o Juizeco não está nem aí pra corrupção, o importante é acabar com o Lula e o PT!!!".
Virgílio Manuel defende que seja dado a Bolsonaro "o direito à presunção de inocência". "Depois das investigações teremos um veredito. Era assim que deveria ser com todo mundo", destaca. Seu voto foi a favor de que Bolsonaro, mesmo que estivesse falando a verdade, deveria ter declarado seu empréstimo ao fisco. Pela lei e se de fato aplicada, quem recebe acima de 5 mil e não declara, além de pagar considerável multa, o cidadão ainda pode pegar cadeia.
Refrescando as memórias dos incautos cidadãos que; por muito menos, uma presidenta por gostar de pedalar no entorno palaciano, foi literalmente banida de suas funções acusada que fora de praticar pedaladas também no interior do palácio, ‘coisas absolutamente normais praticadas por antecessores e nunca revelado ou punidos”. Assim e desta forma a condenaram por usurpadores após rasteiradas em série e ainda mais grave ainda, um ex-presidente que cumpriu dois seguidos mandatos, 'vencido o seu prazo constitucionalmente', saiu com 85% de aprovação.  O qual por sua vez, também fora rasteirado e preso por atos comprovadamente não praticados aplicados por seus algozes ‘revestidos de poderes nas mãos.                                                                                        Esse é o Brasil que os cidadãos de bem não deseja até mesmo para os seus declarados inimigos. Por > MM Souza.  


sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Será o Brasil um Haiti?

O presidente François Duvalier (Papa Doc) em encontro com o embaixador não-residente de Israel, no Haiti, em 1963 
Será que caminhamos para semelhante triste final?
Dinastia Duvalier (em francêsDynastie des Duvalier) foi uma ditadura autoritária do Haiti,  que durou quase vinte e nove anos, de 1957 até 1986, abrangendo duas gerações de uma mesma família. As eleições diretas, as primeiras da história, foram realizadas em outubro de 1950 e Paul Magloire,  um coronel negro da elite do exército, foi eleito. O furacão que atingiu a ilha em 1954, devastando a sua infraestrutura e a economia do país. O fundo de ajuda do furacão foi usado e desperdiçado por Magloire que por sua vez prendeu adversário, perseguiu e prendeu jornalista, fechou editoras de jornais etc. etc.

Ao chegar o final do seu mandato, se recusar a sair e desta forma eclodindo por conta, uma greve geral que parou a combalida economia do país e desta forma diante do caos estabelecido terminando por Magloire fugir do país, deixando o governo em estado de miséria absoluta. Quando as eleições foram finalmente reorganizadas, François Duvalier, um médico rural, foi eleito, em uma plataforma de ativismo em nome dos pobres do Haiti.

Duvalier acabou tendo que produzir e a seu bel prazer, uma Constituição para solidificar o poder no substituiu a legislatura bicameral por uma unicameral. Em 1964, Duvalier declarou-se presidente vitalício, alterando a cor da bandeira e as armas nacionais trocando-as o vermelho e azul para vermelho e preto. Demitiu o chefe das forças armadas e estabeleceu uma Guarda pretoriana para se manter no poder. Criou os Totons Macutes, uma guarda especial de repressão ao seu povo. No contar com amplo apoio dos setores rurais do seu país.

Duvalier usou sua influência recém-adquirida entre os militares para estabelecer sua própria elite. A corrupção era endêmica e ele roubava dinheiro de agências governamentais para recompensar oficiais leais. Duvalier, também explorava as crenças populares, conhecidas como Vudou e assim criando um culto da personalidade no seu entorno si dizendo houngan (um feiticeiro). Devido ao seu governo repressivo e autoritário. No que e diante de tantos descalabros, o presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy, revogou ajuda e recordou as missões do Corpo de Fuzileiros em 1962. No entanto, após o assassinato de Kennedy, as relações com Duvalier abrandariam, em parte devido à localização estratégica haitiana perto de Cuba.
No relacionado ao futuro do Brasil diante do quadro que se apesenta, comparar com o principio fundamentado comparativamente com a então republiqueta do Haiti, “seria uma mera coincidência”, já que coincidentemente ou não, os caminhos de lá poderão ser reproduzidos aqui no que não deverá ser uma mera coincidência.
Como as instituições brasileiras, principalmente as que deveriam ser guardiãs da constituição federativa se encontram na sua grande maioria marginal e alinhada ao autoritarismo ate então demonstrado pela família do eleito presidente Jair Bolsonaro E como perguntar não ofende. Será que corremos o risco, “por ser olhados e tratados pela família do Tio Sam como apequenados de ver reproduzido no Brasil o ocorrido no Haiti?”
Bom aí quem dirá em conformidade com o andar da carruagem, serão os historiadores. Por > MM Souza.