terça-feira, 15 de maio de 2018

Lula prisioneiro dos EUA no seu próprio país

 A razão principal de Lula continuar prisioneiro dos EUA dentro do seu próprio país...
Num extenso artigo relatado por Stella Calloni e a seguir postado resumidamente nesta página, revela um ardiloso plano planejado ‘caça lula’ aqui no Brasil e cuja principal finalidade no momento e contar com o apoio dos golpistas no sentido de dar ação  para derrubar com uma pressão advinda de todos os lados do continente, implementada pelo Tio Sam, que por sua vez e no frigir dos ovos não der certo, terá como certa e direta intervenção militar vinda do Norte. Primeiramente e segundo a fonte a seguir terá por etapa, a indireta seguida da  direta intervenção militar dos países do continente ‘paus mandados do Tio Sam, por sempre ter considerado o seu eterno quintal, incluindo o Brasil. Que por sua vez e em  último caso, não se descartando a necessidade,’ caso o Maduro endureça’,   até mesmo de  uma intervenção militar contando com as forças armadas de alguns países do continente, incluindo o Brasil. Cujas tropas americanas como o fizera em 1964, ficarão de prontidão para uma direta intervenção. Para tanto ficarão a principio como monitores, espalhados por países ‘irmãos do Tio’, espalhados pelo continente com as suas tropas em eterna prontidão.
Observe e leia com atenção:
- Os Estados Unidos e seus aliados preparam em silêncio um plano brutal para "acabar com a ditadura" na Venezuela. Este "golpe de Mestre" ("Masterstroke"), já em andamento, teria uma primeira etapa posta em prática antes das próximas eleições e se eles não conseguirem expulsar o presidente Nicolás Maduro durante sua nova ofensiva, acompanhada de todo o aparelho de propaganda e de mídia, além de ações violentas "para a defesa da democracia", o plano B está pronto e ele engajará vários países para impor uma "força multilateral" de intervenção militar.
O Panamá, a Colômbia, o Brasil e a Guiana possuem um papel chave neste plano, com o apoio da Argentina e de outros "amigos" sob o controle do Pentágono. Desde as bases a serem ocupadas, passando pelos países de fronteira que fornecerão um apoio direto, inclusive com seus hospitais e reservas de víveres para os soldados, tudo está pronto.
Tudo isto está especificado em um documento de 11 páginas, ainda não divulgado, que leva a assinatura do Almirante Kurt Walter Tidd, atual Comandante em chefe do SouthCom dos Estados Unidos.

Eles consideram ter de enfrentar "uma ação criminosa sem precedentes na América Latina" e isso apesar de o governo da Venezuela não ter jamais agido contra os seus vizinhos, manifestando sempre, pelo contrário, uma intensa solidariedade regional e mundial. O plano dos Estados Unidos sustenta a tese de que "a democracia se difunde na América, continente onde o populismo radical parecia fadado a tomar seu controle". A Argentina, o Equador e o Brasil seriam exemplos desta tese. "Este renascimento da democracia se fundamenta em opções corajosas e as condições regionais são favoráveis. Chegou o momento para os Estados Unidos de mostrar que estão engajados neste processo e a queda da ditadura venezuelana será um marco em escala continental."

A ideia consiste em fazer operações relâmpago, estilo de Mauricio Macri na Argentina e de Michel Temer no Brasil, ao tomar medidas da precisão de um tiro de míssel, em algumas horas, para a destruição dos Estados nacionais. Por sinal, esses dois mordomos às ordens de Washington são personalidades corruptas, mas que se tornaram "vanguardas da transparência" pela graça Imperial.
Como em um romance de suspense, o documento convida a "usar oficiais do exército como alternativa para uma solução definitiva" e a "tornar ainda mais duras as condições no seio das Forças Armadas a fim de preparar um golpe de estado antes do final de 2018, caso esta crise não seja suficiente para provocar a derrocada da ditadura ou se o ditador vier a se recusar a deixar seu lugar a outros." 
 Finalmente, eis aqui a estruturação do golpe final que será proferido: "Favorecer a entrada em ação das forças aliadas para apoiar os oficiais rebeldes do exército ou para controlar a crise interna em caso da iniciativa ser retardada (.....), impedir o ditador, no curto prazo, de continuar a ampliar sua base para controlar o tabuleiro interno. Se necessário, agir antes das eleições previstas para o próximo mês de abril".
Finalmente, eis aqui a estruturação do golpe final que será proferido: "Favorecer a entrada em ação das forças aliadas para apoiar os oficiais rebeldes do exército ou para controlar a crise interna em caso da iniciativa ser retardada (.....), impedir o ditador, num curto prazo de continuar a ampliar sua base para controlar o tabuleiro interno. E se necessário, agindo antes das eleições, as quais por sua vez já ocorrera sagrando-se o postulante Maduro, uma vez mais vencedor.
Outro aspecto: "Os Estados Unidos deverão apoiar os Estados americanos que os apoiam no plano interno", melhorar sua imagem e "a ordem multilateral de instituições do sistema interamericano, como instrumentos indispensáveis para a solução dos problemas regionais; enfim, promover a ideia do envio indispensável de uma força militar da ONU para impor a paz, uma vez que a ditadura corrupta de Nicolás Maduro terá sido varrida". Fonte Brasil 247, sob comentário de: MM > Souza. 

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