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| Meramente ilustrativa arquivo Google |
E
como o ‘povo’ de Brasília, digo; abrigados na zona de conforto em que se transformou a
esplanada palaciana, acho que vou e na condição de tupiniquim dar um tempo e até que se chegue a um
denominador de quem é quem na dita zona.
Como
as eleições programadas para esse ano se tornou numa zona composta por ‘peri guetes’, 'sem eira e sem beira'; tudo indica que os oportunistas em eternos plantões nas zonas palacianas, se aproveitam da pressão sofrida pelo ilegítimo empossado por
uma Câmara comprovadamente venal, além de composta na sua grande maiorias por descendentes oligarcas misturados com os Ali Bá Bás. Daqui da nossa torre de vigília, ficaremos atentos porém, direcionando as nossas lunetas para a região onde
vivenciamos os nossos dia a dias e por entender que; o terreno se encontra fértil
para a atuação de políticos venais e de oportunistas estabelecidos nos seus entornos no darem permanentemente plantões nas
esquinas. Os quais e regionalmente falando, não passam de estagiários, no aguardarem a sua vez para para oportunamente se estabelecerem na zona de conforto palaciana.
Ficaremos por aqui municiado das nossas lunetas de olho nas esquinas e a observar plantonistas e oportunistas da região, já que e segundo se anuncia, diante da
baderna estabelecida na zona palaciana ocupada por umas meias dúzias de gatos pingados, os quais se encontram abraçados com uma
constituição usada unicamente pelas corporações, político-midiáticas ao seu bel prazer, notadamente e por suas práticas, usada por forças
judiciárias entrincheiradas na república curitibana, os quais e no usarem os cabrestos da 'lei' mantendo como seus
potenciais alvos, cerca de mais de duzentos milhões de cidadãos na sua grande parte, portadores
de títulos eleitores, cujas cédulas no momento, para nada servem.

Encerrando a conversa em torno do assunto por hoje envolvendo as forças dominantes e como derre pente tudo pode mudar, até mesmo ‘via greve dos caminhoneiros', ocorrer o golpe dentro do golpe, já que o ‘fantoche’, se encontra perdido em meio aos seus ‘bobos’, e com os quais convive na 'zona' palaciana, às gargalhadas e como não se tratasse do próprio bobo-mor, as coisas caminham como dantes nos quartéis dos senhores abrantes. Por > MM Souza.

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