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| Arte meramente ilustrativa e de origem desconhecida |
Passados os tempos 'quase três décadas e após a sinalização da propalada “reabertura” política pelos militares e Cia. após décadas de regime de exceção, gradualmente fora sendo a aparente democracia, tomando o
seu curso no tomar ares de democracia plena, a qual e após promulgada uma nova constituição no meu entendimento, 'capenga' por haver sido
modelada por uma geração de políticos sem voz, além de sem respaldo popular envolvendo juristas no mínimo suspeitos.
Cuja casta, se não foram coniventes com o sistema, veio de uma turma suspeita, convocada para a sua construção.
Por que assim me reporto:
Se a propalada ‘nova constituinte’ fosse de direito civil, deveria ser e de
fato emanada do povo, quer seja através de consultas populares ou até mesmo através de plebiscito.
Particularmente a considero, se tratar de uma colcha de retalhos, onde artigos na sua grande maioria, foram adicionados de forma a que sempre coubesse recurso nos momentos de bater o martelo para os protegidos das corporações midiáticas e coronelistas, leis apelativas
no deixar margem a interpretações de magistratura que e por sua vez,
também quase sempre é considerada suspeita por seus atos decisórios.
Como observado nos dias atuais; a mesma muitas das vezes e nas suas interpretações, dera margem no sentido de que magistrados e advogados a usasse 'interpretativamente', no fazer unicamente prevalecer as suas linhas de raciocínio, muitas das vezes agindo com procedimentos corpóreos e desta forma prejudicando aos que deveriam contar como amparo do promulgado, prevalecendo a parte apelativa de infinitos recursos suspeitos e desta forma, carregando prerrogativas das leis na mesma dispostas. Desta forma e assim procedendo dando margem ser a mesma usada e empurrada com barriga pelos que deveriam respeitá-la nas suas interpretações, protegendo seus nomeados protegidos e cuja magistratura, sabe muito bem usá-la nas suas intencionalmente construídas brechas e unicamente po haver sido mal construído ou no mínimo, entendida sob suspeição na consolidação de sua raiz.
Como observado nos dias atuais; a mesma muitas das vezes e nas suas interpretações, dera margem no sentido de que magistrados e advogados a usasse 'interpretativamente', no fazer unicamente prevalecer as suas linhas de raciocínio, muitas das vezes agindo com procedimentos corpóreos e desta forma prejudicando aos que deveriam contar como amparo do promulgado, prevalecendo a parte apelativa de infinitos recursos suspeitos e desta forma, carregando prerrogativas das leis na mesma dispostas. Desta forma e assim procedendo dando margem ser a mesma usada e empurrada com barriga pelos que deveriam respeitá-la nas suas interpretações, protegendo seus nomeados protegidos e cuja magistratura, sabe muito bem usá-la nas suas intencionalmente construídas brechas e unicamente po haver sido mal construído ou no mínimo, entendida sob suspeição na consolidação de sua raiz.

Assim sendo, hoje digo; nos dias atuais as forças armadas usam a tática do recuo nos seus compromissos constitucionais em defesa da pátria e dos seus patriotas cidadãos, no lhes dar sustentabilidade, protegendo-os das ameaças de um ilegitimo governo, o qual se encontra enrolado com algumas centenas de apaniguados traidores, os quais não honram palavras e muito menos, respeitarem os seus eleitores, escolhidos pela vontade do povo, aos quais deveriam responder com dignidade e não com a safadeza que lhes são peculiares, como se observa através dos seus atos e se trata de uma verdadeira barafunda, cujo fio da meado se apresenta saberem muito bem por onde começar e não sabendo como terminar.
Assim sendo, o cidadão que deveria enxerga as leis claramente nas suas funções, o que se enxerga é na verdade, como se um papel atirado ao vento, usada e abusada ao bel prazer de muitos e principalmente dos oportunistas em eternos plantões nas estradas por onde a mesma deveria transparentemente passar, digo;sem provocar qualquer nuvem e que infelizmente, acaba sendo encoberta pelo poeirão provocado por acéfalas. Por> MM Souza.




















