Num extenso artigo
publicado no portal Brasil 247 pelo jornalista Ribamar Fonseca, se observa com toda clareza a situação política administrativa e
institucional da aquarela brasileira, coisa que no passado, os americanos do
norte, souberam bem usar um mito fabricado pela mídia da época chamada Carmem
Miranda e para divulgar o que significávamos para eles, colocaram no seu
turbante, ‘sua cabeça’, o que o povo brasileira significava para eles, ou
seja; uma penca de bananas. Passado décadas e até a presente data, nada mudou no seu comportamento perante o nosso povo e o pior que e para muitos a ficha não ainda caiu, Certo é que para uma minoria não midiática a bananada continua mesmo caminhando por outros caminhos, outros discursos e por último, colocando em cheque até mesmo, o que lhe restara como principal guardiã da nação e do seu patrimônio, as forças armadas e que no contexto atual transformou-se, no fazer papel de polícia no atendimento ao conspirador mor da da nação, mesmo ilegitimo por haver sido posto por e ratificado por venais apátridas.
Por o assunto ser um pouco alongado e até mesmo cansativo para os
padrões da internet de consumo imediato, vamos dividi-la em capítulos reproduzindo-a
na integra a gangorra em que o país se encontra no momento:
Capitulo I > Os países parceiros do
Brasil assiste perplexo o comportamento entreguista do desgoverno Temer. Os
vira-latas remanescentes do governo de FHC, que encontraram terreno propício
neste governo resultante de um golpe, estão entregando, em apenas dois anos,
para o capital estrangeiro, em especial para os Estados Unidos, o que sobrou da
privataria tucana. E os traidores infiltrados nos três poderes estão
transferindo para as mãos do Tio Sam a Petrobrás fatiada, o pré-sal, a Eletrobras, a Embraer, a indústria de carne, a base espacial de Alcântara,
parte da Amazônia e o nosso espaço aéreo, entre outras coisas. A dominação
norte-americana, no entanto, é muito mais ambiciosa, pois pretende, também, o
controle de nossas Forças Armadas. Há um antigo projeto do governo dos Estados
Unidos de transformar as Forças Armadas dos países da América Latina,
especialmente do Brasil, em milícias, deixando para o seu exército a defesa do
território continental. O primeiro grande passo para isso já foi dado, com a
intervenção no Rio de Janeiro, que transformou o nosso exército em policia. Reproduzido na integra por > MM Souza.

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