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| Ex-presidente Lula e o eminente Pérez Esquivel |
Disse Esquivel estar preocupado
com o retrocesso nas liberdades cidadãs e na democracia na América Latina.
Lembrou-se dos golpes de Estado brancos, como o que ocorreu no Brasil com a
derrubada da presidente Dilma Rousseff – e que segue com os movimentos para proibir
a candidatura de Lula.
Recordou que esse movimento
começou em Honduras (com a queda de Manuel Zelaya), depois aconteceu no
Paraguai (deposição de Fernando Lugo) e segue em curso nas tentativas de
desestabilização na Venezuela. Citou também o embargo norte-americano a Cuba
como parte desse mesmo quadro.
Na análise de Esquivel, os
Estados Unidos enxergam a América Latina como seu quintal, uma fonte de
recursos naturais, e seu plano é sempre de dominação. Citou a reativação da 4ª
frota dos EUA como indicador dessa política. E rememorou o histórico tenebroso
de interferência norte-americana no continente, quando o país do Norte ajudou a
estruturar ditaduras que promoveram torturas e assassinatos.
Escultor e arquiteto por
formação, Esquivel vivenciou a repressão dos regimes autoritários na América do
Sul. Argentino, foi preso pela ditadura em seu país. Militante pelos direitos
humanos recebeu o Nobel da Paz em 1980, quando a região ainda estava sufocada
por governos despóticos. Aos 86 anos, é referência mundial no combate a
injustiças.
Não precisarei me alongar muito para reafirmar que:
Tudo que aqui tenho escrito e descrito sobre o golpe ‘mancomunado’, pois o
iminente cidadão do mundo Adolfo Pérez Esquivel, em poucas palavras resumiu a
realidade dos fatos no relacionado ao assunto em questão.
Que os cidadãos brasileiros, digo; os
verdadeiros cidadãos, repito, ‘os não apátridas e não comprometidos com o Tio Sam’. Avalie e entenda ao pé da letra a validade e riqueza do conteúdo acima postado, no
tirar as suas conclusões. Por>
MM Souza.

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