quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Um simples ato de protesto ou heroísmo?

Veículo utilizado no protesto
Taxado pela mídia corporativa como mais um episódio isolado e tido como maluco ‘beleza’, o ‘João’ qualquer e sem nome cujo detalhe a mídia alardeara sem sequer fazer o levantamento do seu BO perante as leis do país. Se preocupara simplesmente com o midiático fato digno de um show midiático promovido por produtores Hollywoodianos-Globais.

Na verdade o cidadão equilibrado ou desequilibrada mente perante o seu ato de protesto e no mostrar para o mundo o desejo da maioria dos cidadãos brasileiros, os quais se encontram desencantados com os políticos, gostaria de reconhecer com altivez e civismo o seu corajoso ato.

Ainda bem que não passou de um ato de protesto, assim como e de um susto, porque se o episódio fosse planejado e se em lugar do reservatório em vez de água conduzisse artefatos, o desfecho poderia ser outro. Já imaginaram se estivesse aquele veículo impregnado e recheado de ódio, o ódio nutrido pelos sectários fanáticos que se dizem muçulmanos? Os quais e com o ódio a verter nos seus respectivos corações se apossando daquele caminhão?

Ainda bem que não, ainda bem que o mesmo desejou apenas e com o seu ato externar seu protesto, protesto da insatisfação que campeia no seio da sociedade havida por justiça e concernente a lixai ada humana que se encontra sob os pilares das instituições federativas da nação instaladas em Brasília.

Não poderíamos considerar como um heroico ato, porém que sirva de alerta, não vamos menosprezar o ato propriamente dito ou até mesmo condena-lo por suas divagações; porem, que não seja considerado como um simplesinho e ato isolado. O cidadão ‘sem nome’ e mesmo que louco fosse, estaria encarnado naqueles instantes, além de representar o desejo dos muitos decepcionados com o sistema político administrativo em curso no país.

Seguia o bombeiro para tão somente apagar um incêndio?
Se deixarem acontecer a tão indesejada 'para uns poucos' eleição no ano que vem e cujo ano, deverá representar uma eternidade diante da velocidade dos fatos que ocorrem cotidianamente aos olhos da nação,  oportunidade que dará ao povo, a oportunidade de julgá-los nas urnas. Repito; se não tungarem descarada e acintosamente os direitos de livre escolha dos principais dirigentes e até que o próprio povo se conscientize, além de agir como fazem os verdadeiros patriotas, no usarem o seus votos como se uma letal arma fosse a serviço da nação, assim sendo, baniria apátridas e mequetrefes da vida pública desse ora tonto país. Por > MM Souza.   

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