Com o
pedido da retirada do embaixador do Brasil pelo governo ‘Maduro’, da Venezuela,
acirram-se as guerras até então de palavras e econômicas envolvendo o bio
partidarismo de esquerda e de direita do vizinho país Venezuela.
Por
um Lado o Tio Sam, já as turras para resolver problemas do seu país mundo a fora,
na guerra e cada vez mais se distanciando da paz desde a posse do atual presidente
Trump. Resolveu representando o Tio, se converter de forma acirrada, na condição de de policial do mundo, coisa que o Tio sempre o fez com os seus nomeados representantes e como o continente denominado América do Sul, vem sofrendo ao longo dos tempos, com o peso de suas botas.
Aqui, o Tio somente tem é fomentado guerras, quarteladas e tudo mais, cuja pertinência, somente tem trazido atrasos para o continente como um todo e no sentido de mantê-lo eternamente sob o seu poder hegemônico, no que não adianta chiar ao peso de suas botas, parta de onde partir, o mesmo manda logo os seus recados.
Assim
sendo, com os estretos laços envolvendo o governo venezuelano e países ligados
ao BRINCs como Brasil, Russia e China, o Tio não se encontrava nada
gostando no relacionado ameaçar a sua hegemonia e assim, após meter seus ‘bedelhos’ políticos no contar com os
seus agentes e apátridas espalhados pelo continente, caíra matando nas mais
estabilizadas economias regionais direcionando seus torpedos para as economias e políticas de países como Brasil e Argentina.
Desta forma, após provocar um tsunami político nos citados países, voltou-se para a Venezuela
e cuja estabilidade econômico-administrativa, se encontrava caindo das pernas.
Desta forma, o Tio, via Trump, mandou seus recados; "ou se submete as minhas botas, ou vou
invadir e expulsá-lo daí". Ao passo que Maduro, 'não tão
amadurecido assim', não teve outra saída senão desafiá-lo, mesmo que tivesse que pagar um preço além da conta, como vem ocorrendo com a sua população.
E tudo
isso acontecendo, no analisar o peso das palavras do ‘dono do mundo’, Trump pertencente a tropa de choque do Tio, tiveram que ser comedidos nas suas palavras e assim sendo transformaram as conversas de guerra em ameaças de sanções econômicas, face a já consolidada parceria existente entre
o governo venezuelano com a sua conhecida 'revolução Bolivariana’, implementada a partir do governo Chaves, no envolver o governo Russo, o qual por sua vez além de haver se tornando o principal fornecedor de armas, como a sua respectiva manutenção estaria do outro lado da trincheira comprometido com os bolivarianos.
O
Brasil juntamente com a Argentina, que se acorde juntamente com outras menores nações do
continente, pelo fato do Tio, se achar dono ou no mínimo, achando que o continente
como um tod lhe pertence ou no minimo, fazendo parte do seu quintal. Cujo Tio por sua vez na condição de fomentador de guerras para
vender suas balas, seus canhões, poderá incendiar o continente começando pela Venezuela.
Reforçamos
ainda que o estopim começa a ser aceso com as suas interferências no Brasil ‘via
apátridas’ e ainda mais...
Devendo
aumentar a pressão, com os governos conjuntamente com a União Europeia, para 'resgatar a Venezuela', no que fundamentalmente devemos atinar que o Brasil se encontra diante de uma grave crise institucional interna e externamente, lidando com outra humanitária nas suas fronteiras do norte, pelo fato do número de
refugiados venezuelanos se encontrar crescente proporcionalmente e a medida que o colapso provocado pelos dramas consequentes vividos em terras venezuelanas. Por> MM Souza.

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