Viver
ou sobreviver na comunicação brasileira?
247, com Sputnik
Brasil - O governo da Turquia
ordenou o fechamento de 16 emissoras de TV, 3 agências de notícias, 23
emissoras de rádio, 45 jornais, 15 revistas e 29 editoras, no âmbito das
retaliações à tentativa de golpe de Estado no país, informou nesta quarta-feira
o jornal oficial Resmi Gazete.
O
jornal destaca que a decisão foi tomada no âmbito do estado de emergência,
declarado pelo governo da Turquia em 20 de julho e que está previsto para durar
durante os próximos três meses.
Entre
outros, serão fechados os seguintes órgãos de imprensa: Barış TV, Bugün TV, Can
Erzincan TV, Dünya TV, Hira TV, Irmak TV, Kanal 124, Kanaltürk, MC TV, Mehtap
TV, Merkür TV, Samanyolu Haber, Samanyolu TV, SRT TV, Tuna Shopping TV,
Yumurcak TV, bem como as agências Cihan, Muhabir e SEM.
Mais
cedo nesta quarta, segundo a rede alemã Deutsche Welle, as autoridades turcas
emitiram mandados de prisão para 47 antigos executivos e jornalistas do jornal
"Zaman", por supostamente apoiar o clérigo islâmico Fethullah Gülen,
que vive nos Estados Unidos e é acusado pelo governo Erdogan de ter ordenado a
tentativa de golpe militar ocorrido no dia 15 de julho. Ao menos um jornalista,
o ex-colunista Sahin Alpay, foi detido em sua casa hoje.
Num regime de absoluta
normalidade poderia até condenar atitudes similares em qualquer país aonde à
democracia fora sempre respeitada, no caso da Turquia, bem ou mal o atualmente
presidente sob ameaça de uma oposição que planejava retira-lo do poder a força,
que e num condicionamento de autodefesa, mapiou e acompanhou os passos dos que
faziam parte do complô e assim sendo dentro de 24 horas entre traições e tiros
conseguiu abafar tudo e provocar um expurgo dentre das instituições militares, na
justiça e do estado. No que e se visto pelo lado de cá, a coisa poderia ter
terminado no mesmo formato, se a presidenta Dilma governasse de olhos atentos
aos seus mais próximos no armar um cerco aos chacais, coisa que não aconteceu e
assim quando a mesma acordou para a realidade dos fatos e no passar da
carruagem, se perdeu a mesma no poeirão.
Por> MM Souza.

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